Expandido, ‘imposto do pecado’ vai deixar de fora Zona Franca de Manaus

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Chamado inicialmente de “imposto do pecado” por incidir sobre cigarros e bebidas alcoólicas, o imposto seletivo sobre consumo estudado pelo governo deve ser bem mais amplo e atingir bicicletas, motos, laptops, TVs e outros produtos. Nessa longa lista ficariam de fora os bens produzidos na Zona Franca de Manaus, como uma forma de o presidente Lula manter a promessa de preservar as vantagens das empresas ali instaladas. A justificativa da Fazenda que a reforma tributária vai acabar com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), do qual os produtos da Zona Franca são isentos. No das bicicletas, que nada têm de pecaminosas, a Fazenda diz que o imposto seletivo vai apenas substituir o IPI, não representando uma tributação a mais. (g1)

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