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Idelber Avelar

Colunista do Meio. Idelber Avelar é professor na Universidade Tulane. É autor de Alegorias da derrota (UFMG, 1999), Figuras da violência (UFMG, 2011), lançados originalmente em inglês, e Eles em nós: retórica e antagonismo político no Brasil do século XXI (2021), entre outros. Editou o blog O Biscoito Fino e a Massa.

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Futebol dá lucro? A economia por trás do jogo

Viagem de navio, rivalidade e o primeiro astro do futebol: como foi a Copa de 1930

Este episódio do Meio de Campo te conta a história de como foi organizada e disputada a primeira Copa do Mundo, em 1930, no Uruguai. Relatamos os antecedentes importantes que foram as competições de futebol nos Jogos Olímpicos de 1924, em Paris, e 1928, em Amsterdã, pela primeira vez organizadas pela FIFA. Explicamos como o Uruguai encantou a Europa na conquista desses dois ouros olímpicos. Contamos um pouco da viagem de navio feita pelas quatro seleções européias que se animaram a participar da Copa de 1930. Focalizamos o nascimento do primeiro grande pop star internacional do futebol, o afro-uruguaio Andrade, os problemas enfrentados pela seleção brasileira, a grande repercussão da Copa no Rio de Janeiro e a final polêmica e cheia de rivalidade entre Uruguai e Argentina.

WM: Saiba como nasceu o primeiro esquema tático do futebol

Em 1925, a mudança na lei do impedimento que reduziu para dois, e não mais três, os defensores necessários para habilitar um atacante, teve profundo impacto no futebol. Neste episódio do Meio de Campo, contamos como nasceu a primeira formação tática exportada globalmente, o WM (3-2-2-3), no bojo dessa mudança das regras. Nessa história, tem papel de destaque o técnico Herbert Chapman, o primeiro técnico moderno, em sentido completo. Responsável por um tricampeonato nacional do modesto Huddersfield Town, ele depois transformaria o Arsenal na grande potência do futebol inglês dos anos 1930.

O Grêmio campeão do mundo (1983)

Não foi fácil ser gremista nos anos 1970.  A hegemonia colorada não era apenas regional, e sim nacional.  Mas, quando o troco veio, ele veio completo.  O Grêmio foi campeão brasileiro de 1981 derrotando um favorito São Paulo, conquistou a América em 1983, depois de duas tentativas, e logo depois o mundo. Este episódio do Meio de Campo te conta a história desse time histórico do Grêmio, de Renato Gaúcho, Hugo de León, Paulo Isidoro, Tarciso, Tita, China, Osvaldo e outros ídolos. Damos atenção especial a um incrível e pouco lembrado jogo, Estudiantes 3 x 3 Grêmio, que poderia ter dado muito errado e deixado para o Imortal uma fama exatamente oposta à que ele tem. Concluímos com uma breve análise do jogão contra o Hamburgo em Tóquio.

A Copa de 1994: o jejum, o tetra, Romário

A Copa de 1994 foi marcante para os brasileiros. Completávamos 24 anos de jejum. Ayrton Senna, grande ídolo nacional, havia acabado de morrer de forma traumática. Muito criticado, o time tinha perdido um jogo pela primeira vez em toda a história da participação brasileira em Eliminatórias. Este episódio do Meio de Campo mergulha na Copa de 1994 com a nossa marca registrada: o estudo de como o jogo foi jogado. Explicamos o 4-4-2 (ou, mais exatamente, o 4-2-2-2) de Carlos Alberto Parreira e os outros esquemas táticos presentes na Copa. Falamos das grandes surpresas da competição, como a Suécia e a Bulgária. Analisamos a exclusão de Diego Armando Maradona pelo antidoping. Comentamos o papel que teve a Copa no desenvolvimento do futebol nos Estados Unidos. Damos um destaque especial ao grande craque do time brasileiro, Romário.

Friedenreich: O primeiro craque brasileiro

Este episódio do Meio de Campo te conta a história do primeiro craque do futebol brasileiro e primeira grande estrela de nossa seleção. Arthur Friedenreich (1892-1969), filho de um descendente de alemães e de uma negra brasileira, encarnou as principais contradições das primeiras décadas do futebol no Brasil. Fez o gol que nos deu nosso primeiro título. Pelo Club Athletico Paulistano, participou com destaque da primeira excursão de um clube brasileiro à Europa. Lutou na rebelião paulista contra Getúlio Vargas em 1932. Manteve relações ambíguas com a profissionalização do futebol. Muitas dúvidas e perguntas permanecem sobre Friedenreich: era socialmente percebido como negro ou como branco?  Quantos gols marcou, afinal? Foi mesmo comparável a Pelé?  Venha conhecer a história de Friedenreich com o Meio de Campo.

Santos de Pelé: o Maior Time de Todos os Tempos

Nesta semana, o Meio de Campo te conta como jogava o maior time de todos os tempos ou, pelo menos, o maior time de toda a era pré-pressão no futebol: o Santos de Pelé.  Passeamos pela história de Zito, Gilmar, Coutinho, Pepe, Dorval, Mengálvio, Mauro Ramos e, claro, o mais completo jogador da história, o Rei Pelé.  O que tornava Pelé incomparável? Como funcionava o 4-2-4 do Santos? Qual era a rotina desse clube que se converteu em um verdadeiro embaixador do Brasil e do futebol pelo mundo?  Como responder a algumas tentativas recentes de diminuir os feitos de Pelé? Este episódio do Meio de Campo te responde essas e outras dúvidas e focaliza o período áureo do Santos, que vai de 1957 a 1965, quando o Brasil se transformou no centro do futebol mundial.

Roubo? Nada! A Argentina campeã de 1978

Se você não assistiu aos jogos principais da Copa de 1978 e transita pelos meios futebolísticos brasileiros, você provavelmente foi levado a acreditar em uma série de mitos e distorções. Neste episódio do Meio de Campo, fazemos o que é a proposta do pod desde o início: assistir aos jogos com atenção e sintetizar para você o que aconteceu em campo. Sem ignorar o clima de pesadelo instalado pela sanguinária ditadura militar argentina, nós focalizamos, com lupa, o futebol: o móvel, inovador e fulminante 4-3-3 de César Luis Menotti; o genial craque Mario Alberto Kempes; a inexistência de qualquer erro ou sequer polêmica de arbitragem nos jogos da Argentina; as costumeiras e fáceis vitórias da Argentina sobre o Peru entre 1974 e 1978 (dessa você não sabia, confesse?); o espetacular Argentina 2 x 1 França, um dos melhores jogos das Copas modernas. Também explicamos as desastrosas escolhas do Capitão Cláudio Coutinho para o monstrengo sem amplitude que o Brasil colocou em campo.  Este episódio do Meio de Campo desfaz alguns mitos sobre a Copa de 1978 e sua campeã.

O Palmeiras de Telê Santana (1979)

Em meio à enorme lista de taças conquistadas pelo Palmeiras, esta equipe ficou um pouco esquecida. Belo, inovador, surpreendente e capital para a história do futebol brasileiro, o Palmeiras de Telê Santana não foi coroado com um título. Mas em três das quatro competições que disputou nos doze meses de Telê no clube -- de fevereiro de 1979 a fevereiro de 1980 --, o Palmeiras foi dominante. Apenas na Libertadores, realizada logo depois de sua chegada, a participação do time foi modesta. No Paulistão de 1978, cujas fases finais foram jogadas em 1979, no Paulistão de 1979 e no Brasileirão do mesmo ano, o Palmeiras foi arrasador.  Este episódio do Meio de Campo te conta essa história, com foco na partida que consagrou o time jovem, aplicado e criativo (mas sem craques) de Jorginho, Baroninho, Pedrinho, Gilmar e Jorge Mendonça: o 4 x 1 sobre o estrelado Flamengo no Maracanã, o jogo que terminou levando Telê Santana à seleção brasileira.

Defesa à italiana: o Catenaccio

Onde os italianos aprenderam a defender tão bem? Por que aprendemos a respeitar e admirar a arte da defesa à italiana? Este episódio do Meio de Campo te conta o começo de todo caso de amor dos italianos com a defesa bem montada: o catenaccio, esquema tático desenvolvido na Itália nas décadas de 1950 e 1960. O grande sucesso do catenaccio se deu com a Internazionale de Milão dirigida pelo argentino Helenio Herrera, liderada em campo por Sandro Mazzola e consagrada com um bicampeonato europeu em 1964 e 1965. Mas as origens do catenaccio são antigas e incluem um precursor austríaco, Karl Rappan, e dois italianos, Gipo Viani e Nereo Rocco. Neste episódio do Meio de Campo, você vai saber por que as redes dos pescadores serviram de imagem mítica da invenção do líbero, o zagueiro recuado que fica na sobra.