Luciana Lima

Repórter especial do Meio. Jornalista formada pela UFES. Adora política e, desde que chegou a Brasília, vive reportando fatos e bastidores do Congresso Nacional, Planalto e Judiciário, campanhas presidenciais e a relação do Brasil com a Europa, Asia e América Latina.

Presença de Gleisi em ministério na reforma de Lula é dada como certa

No Palácio do Planalto, já é dado como certo que a presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), assumirá uma pasta na reforma ministerial que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará no início de 2024. O que Lula ainda não definiu é qual ministério ela vai comandar. Quatro opções estão colocadas: a pasta da Justiça, que será deixada por Flávio Dino, caso seu nome seja aprovado no Senado para o Supremo Tribunal Federal (STF); a Secretaria-Geral, hoje comandada pelo ministro Márcio Macedo, que deverá sair para disputar a prefeitura de Aracaju; o Ministério de Desenvolvimento Social, atualmente nas mãos de Wellington Dias, e a Casa Civil, coordenada por Rui Costa.

“Transição energética é uma necessidade urgente”, diz Aliel Machado

O entrevistado dessa semana do Conversas com o Meio é o deputado Aliel Machado (PV-PR). Ele é relator do projeto de lei que regula o mercado de carbono, fazendo com que as empresas sejam obrigadas a estabelecer limites para suas emissões de gases tóxicos. Quem emite além da meta, paga, quem reduz o índice de poluição, é recompensado. A proposta tem apoio do Ministério do Meio Ambiente, mas enfrenta resistência da bancada ruralista e de setores mais conservadores na Câmara. “O Brasil não está em uma ilha”. Para o deputado, o mercado regulado faz com que o Brasil se integre ao cenário internacional com vantagens. “Nossa luta é contra o negacionismo sobre as mudanças climáticas”, disse o relator. “A transição energética não é mais uma matéria acadêmica. É urgente”. Assista à entrevista concedida à repórter especial Luciana Lima.

Eliziane Gama planeja candidatura à Presidência do Senado e divide PSD

As discussões sobre a sucessão na Presidência do Senado nunca foram tão antecipadas e estão ao ponto de já causar divisões em partidos. É o caso do PSD, do atual presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O mineiro já avisou que tem compromisso de apoio à candidatura do senador Davi Alcolumbre (UB-AP) ao cargo. Mas sua colega de partido, a senadora Eliziane Gama (PSD-MA), já se movimenta para se lançar na disputa para a eleição, que ocorrerá somente em 1º de fevereiro de 2025.

Pacheco pressiona por apoio de Lula para candidatos do PSD em Minas

Presidente do Senado argumenta que um projeto conjunto pode evitar que 80% dos municípios mineiros se inclinem para a direita, representada pelo governador Romeu Zema (Novo). Pacheco tem planos de ser ele mesmo candidato ao governo estadual em 2026.

“Produtividade geral do Congresso é muito baixa”, diz Luciana Elmais, do Legisla Brasil

Quais deputadas e deputados produziram mais? A sensação de que 'político não trabalha', muito difundida na sociedade, é real? Diretora Executiva do Legisla Brasil, uma plataforma de apoio à atividade parlamentar, Luciana Elmais é a convidada da repórter especial Luciana Lima para falar do Legislativo. No papo, as xarás discutem os motivos de haver tão pouco conhecimento sobre o trabalho de legisladores, além dos caminhos possíveis - na Política e na sociedade - para aprimorar a atuação dos representantes eleitos pelo povo.

Lindbergh atropela Haddad e propõe déficit de 1% em 2024

Sem combinar com o governo, o deputado Lindbergh Faria (PT-RJ) apresentou duas emenda ao projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para mudar a meta de resultado primário prevista para o próximo ano. Uma das emendas prevê 0,75% de déficit e a outra 1%. O deputado defende que, se na hora da votação do Orçamento os parlamentares não toparem a de 1%, teria a de 0,75% para garantir uma folga fiscal para o governo em ano eleitoral.

Mauro Vieira vai a NY para “esforço final” por cessar-fogo entre Israel e Hamas

A pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, seguiu para Nova York, em mais um esforço de negociação por uma nova resolução sobre a guerra entre Israel e o Hamas. Há a possibilidade de o Brasil apresentar um novo texto que que representará a quinta proposta por cessar-fogo entre Israel e Hamas. (CNN)

Lula e Alckmin se dividem sobre apoio à Prefeitura de São Paulo

Em um discurso na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), no sábado (28/10), sinalizou apoio à pré-candidata à Prefeitura de São Paulo Tabata Amaral (PSB). Alckmin disse que a deputada federal representa “a novidade, a verdadeira mudança” e que seu partido pode “mudar a vida da população de São Paulo”. Com isso, Alckmin assume uma posição diferente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, durante a campanha em 2022, assumiu o compromisso de apoiar Guilherme Boulos (PSOL) na capital paulista. (Estadão).

Doc sobre morte de Jonh Lennon terá entrevistas e fotos inéditas

O Apple TV+ anunciou a produção da série documental em três partes "John Lennon: assassinato sem julgamento" ("John Lennon: Murder Without A Trial"). Ainda sem data para estrear, a série trará entrevistas exclusivas com testemunhas do assassinato do ícone e promete uma nova luz sobre a vida e sobre o crime, ocorrido em Nova York, em 8 de dezembro de 1980.

Fala de Lula sobre meta fiscal cai mal no mercado e repercute no meio político

Assim que a fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a meta de déficit fiscal foi publicada, no início da tarde de sexta-feira (27/10), houve repercussões por toda parte. A reação do mercado foi negativa. O Ibovespa teve uma queda de 1,20%, a 113.301 pontos. Houve pressão de alta no valor do dólar, que ultrapassou os R$ 5,01 — a cotação deu um salto de 0,46% no dia. (Correio Braziliense)