PF encontra conversas entre Vorcaro e Toffoli em celular do banqueiro
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A Polícia Federal encontrou conversas entre Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o ministro do STF Dias Toffoli, reforçando as suspeitas de proximidade entre os dois, relatam os repórteres Daniela Lima e Fábio Serapião em reportagem publicada no portal UOL. As mensagens foram extraídas de aparelhos telefônicos pertencentes a Vorcaro e entregues diretamente ao presidente do Supremo, Edson Fachin, pelo diretor-geral da PF, Andrei Passos Rodrigues. As conversas também motivaram a PF a enviar novos pedidos de investigação relacionados ao Banco Master ao STF. O conteúdo deve abrir ao menos três novas frentes de apuração. A PF agora aguarda o “encaminhamento técnico e jurídico” desses novos pedidos. (UOL)
No encontro com Fachin na segunda-feira, o diretor-geral da PF pediu oficialmente ao STF a suspeição de Dias Toffoli como relator das investigações sobre o Banco Master. O pedido foi embasado nas conversas encontradas no celular de Vorcaro. Um pedido semelhante já havia sido apresentado pela PF à PGR, mas o procurador-geral Paulo Gonet não deu andamento. No STF, ministros avaliam que a arguição de suspeição é prerrogativa exclusiva da PGR, o que colocaria em dúvida a legitimidade da PF para apresentar esse tipo de pedido. Ainda assim, Fachin cumpriu o rito e notificou Toffoli para prestar esclarecimentos.
Já o ministro Jhonatan de Jesus, do Tribunal de Contas da União (TCU), restringiu o acesso do Banco Central do Brasil ao processo que analisa a atuação do órgão na liquidação do Banco Master. A decisão foi tomada às vésperas da conclusão do relatório final da auditoria. Ele passou de “sigiloso” para um grau ainda mais restrito, que exige autorização específica para consultar os documentos. Nos bastidores do TCU, integrantes da Corte afirmam que a medida não é comum. (Valor)
E a área técnica do TCU enviou nesta quarta-feira ao gabinete do ministro Jhonatan de Jesus o relatório sobre a análise de documentos do BC relacionados à liquidação do Banco Master. O documento é sigiloso e será examinado pelo ministro e sua equipe nos próximos dias. (g1)
Enquanto isso, a Polícia Federal apreendeu R$ 429 mil em espécie dentro de uma mala arremessada pela janela de um apartamento no 30º andar durante a terceira fase da Operação Barco de Papel, em Balneário Camboriú (SC). (Metrópoles)


























