O Meio utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar sua experiência. Ao navegar você concorda com tais termos. Saiba mais.
Assine para ter acesso básico ao site e receber a News do Meio.

CPI do INSS aprova quebra dos sigilos de Lulinha, filho do presidente Lula

Receba as notícias mais importantes no seu e-mail

Assine agora. É grátis.

O filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luiz, conhecido pelo apelido de Lulinha, voltou à berlinda. Acusado por diversas vezes de usar o nome do pai em operações pouco ortodoxas, Lulinha teve seu sigilo bancário e fiscal quebrado pela CPI do INSS. A sessão que aprovou a quebra dos sigilos de outras 86 pessoas, incluindo a do ex-sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master, foi tumultuada. Após o requerimento ser aprovado, parlamentares trocaram socos e ao menos dois deles, Rogério Correia (PT-MG) e Luiz Lima (Novo-RJ), foram retirados da sessão pela Polícia Parlamentar. Lulinha já havia tido seus sigilos quebrados pelo ministro do STF André Mendonça em janeiro, bem antes do pedido da CPI. O pedido foi feito ao Supremo pela Polícia Federal, que suspeita do envolvimento de Lulinha no esquema de desvio dos benefícios pagos a aposentados. (Globo)

A briga entre parlamentares governistas e da oposição foi registrada em vídeo. Veja aqui. (UOL)

A Polícia Federal havia pedido a quebra do sigilo de Lulinha ao STF por conta das referências ao filho do presidente Lula em mensagens de WhatsApp, passagens aéreas e no depoimento de uma testemunha. A suspeita é que Lulinha teria atuado como “sócio oculto” do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. A defesa de Lulinha negou qualquer vínculo com o instituto e classificou as citações como “ilações”. (Estadão)

E o governo reagiu. A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, classificou como “golpe” a quebra de sigilo bancário e fiscal de Lulinha na CPI do INSS. Segundo Gleisi, a deliberação foi conduzida de forma irregular pelo presidente da CPI, senador Carlos Viana (Podemos-MG). “Foi uma votação simbólica, sem contagem individual de votos. Consideramos que é nula”, afirmou. Governistas articulam junto ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a tentativa de anular o ato. Aliados do Planalto alegam que detinham maioria entre os titulares presentes, mas não puderam solicitar nova verificação nominal porque o instrumento já havia sido usado anteriormente pela oposição na mesma sessão. (Folha)

Em meio à confusão no Congresso, o ministro André Mendonça autorizou que José Eugênio Dias Toffoli e José Carlos Dias Toffoli não compareçam à CPI do Crime Organizado no Senado. Os dois são irmãos do ministro Dias Toffoli. A decisão atende a pedido da defesa, que argumentou que ambos foram convocados na condição de investigados e, portanto, não são obrigados a prestar depoimento. Mendonça aceitou o pedido afirmando que, como são investigados, os irmãos de Toffoli têm assegurado o direito constitucional de não produzir prova contra si mesmos. (g1)

Vinícius Torres Freire: “O acordão para ‘abafar o caso’ está com desarranjo. Balançam os acertos tácitos ou explícitos de proteger amigos e comparsas nos casos do Master, da roubança do INSS e até dos esquecidos fundos secretos da Reag”. (Folha)

Encontrou algum problema no site? Entre em contato.

Esta é uma matéria para assinantes premium.
Já é assinante premium? Clique aqui.

Meio Premium: conteúdo pensado para leitores influentes

Quem toma decisões – seja na vida corporativa, profissional ou pessoal – precisa estar bem informado. Assinantes do Meio Premium recebem reportagens, análises e entrevistas que esclarecem os temas mais complexos da atualidade. Os últimos avanços tecnológicos, a geopolítica mundial, a crise climática – não há assunto difícil para o Meio.

Edição de 04/04/2026
EDIÇÃO DE SÁBADO

Uma newsletter elaborada com cuidado durante a semana, sempre com temas importantes e um olhar inovador e aprofundado sobre eles. Política, comportamento, cultura, vida digital apresentados em textos agradáveis e leves para você ler com calma no fim de semana.

Edição de 01/04/2026
MEIO POLÍTICO

Às quartas, tentamos explicar o inexplicável: o xadrez político em Brasília, as grandes questões ideológicas da atualidade, as ameaças à democracia no Brasil e no mundo. Para isso, escalamos especialistas que escrevem com base em pesquisas e fatos.

assine

Já é assinante? Clique aqui.

Nossos planos

Acesso a todo o conteúdo do Meio Premium com 7 dias de garantia e cancelamento a qualquer momento.

Premium

  • News do Meio mais cedo
  • Streaming do Meio
  • Meio Político
  • Edição de Sábado
  • Descontos nos Cursos do Meio
  • Pesquisa Meio/Ideia mais cedo

Assine por R$ 15/mês

ou

De R$ 180 por R$ 150 no Plano Anual, equivalente a R$ 12,50 por mês.

Premium + Cursos

  • News do Meio mais cedo
  • Streaming do Meio
  • Meio Político
  • Edição de Sábado
  • Todos os Cursos do Meio
  • Pesquisa Meio/Ideia mais cedo

Assine por R$ 70/mês

ou

De R$ 840 por R$ 700 no Plano Anual, equivalente a R$ 58,34 por mês.

Premium + Cursos

Para aqueles que querem aprimorar seu conhecimento, assine agora o plano Meio Premium + Cursos. Assista os cursos do acervo dos Cursos do Meio na sua TV, celular ou computador. Política, história, inteligência artificial, aprimoramento profissional. Temas importantes explicados por especialistas no assunto.

Capa do curso do Meio: Você pode ser um liberal e não sabe

Capa do curso do Meio: Você na mídia

Capa do curso do Meio: IA modo de usar

Capa do curso do Meio: Israel e Palestina

Capa do curso do Meio - Ideologias brasileiras

Capa do curso do Meio: O fim da nova república?

assine

Já é assinante? Clique aqui.

O que é o Meio

O Meio é uma plataforma de jornalismo pensada para o século 21. Acreditamos que informação de qualidade fortalece a democracia, por isso entregamos notícias e análises que ajudam você a entender o agora e decidir melhor. Seja por e-mail, vídeo ou podcast, chegamos até você da forma que mais combina com a sua rotina.

Christian Lynch

Cora Rónai

Creomar de Souza

Deborah Bizarria

Flávia Tavares

Márvio dos Anjos

Mariliz Pereira Jorge

Pedro Doria

Wilson Gomes