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Política

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TSE analisa hoje veto de Nunes Marques à divulgação de pesquisa AtlasIntel

No Central Meio de hoje, Pedro Doria, Luiza Silvestrini e Flávia Tavares conversam com o advogado eleitoral Ricardo Penteado e com o colunista do Meio e diretor-executivo do Livres Magno Karl sobre os efeitos da decisão liminar do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que vetou a divulgação da pesquisa AtlasIntel que apontou a queda nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial após revelação da ligação do pré-candidato com o controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro.

O que as eleições acirradas no Peru e na Colômbia apontam sobre o futuro do Brasil?

No Central Meio de hoje, Pedro Doria, Luiza Silvestrini e Flávia Tavares conversam com o cientista político e colunista do Meio Christian Lynch sobre os cenários eleitorais no Peru e na Colômbia e a influência deles sobre a corrida presidencial brasileira.

Eduardo sugere negociar Pix com os EUA e atrapalha campanha de Flávio Bolsonaro

No Central Meio de hoje, Pedro Doria, Luiza Silvestrini e Flávia Tavares conversam com o colunista do Meio Alexandre Borges sobre a influência eleitoral da fala do deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL) sobre o Pix. Em entrevista na última quarta-feira, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro sugeriu que o Brasil negociasse o Pix. A fala repercutiu mal na campanha do irmão Flávio, pré-candidato à Presidência. E ainda: a estratégia do Planalto de atingir Marco Rubio para tentar negociar com Donald Trump e evitar o tarifaço, a Marcha Para Jesus, que reuniu o Flávio e o advogado-geral da União Jorge Messias no mesmo trio elétrico, e as dicas culturais de Guilherme Werneck, da Ladrilho Hidráulico.

Lula sugere forca para Flávio Bolsonaro; Flávio sugere que Lula é líder de facção

No Central Meio de hoje, Luiza Silvestrini e Flávia Tavares recebem Alon Feuerwerker, jornalista e analista político da FSB, para uma conversa sobre as reações dos presidenciáveis à ameaça de mais um tarifaço de Donald Trump. Em discurso acalorado, Lula sugeriu que Flávio Bolsonaro merecia ser enforcado como traidor da pátria. Flávio respondeu que fala foi “apito de cachorro” para facções criminosas. Em seguida, o economista-chefe da Nomos, Beto Saadia, comenta os efeitos econômicos do novo tarifaço e da classificação de organizações criminosas como terroristas.

EUA atacam PIX e propõem nova taxação ao Brasil; Governo culpa Flávio Bolsonaro

O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR na sigla em inglês) propôs nesta segunda-feira que o Brasil seja alvo de uma taxação de 25% por conta de “práticas irrazoáveis” que onerariam o comércio exterior dos EUA. Um dos pontos destacados pelo relatório do USTR é o “favorecimento” a serviços locais de pagamento eletrônico, o Pix. O anúncio foi feito uma semana após a visita do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) à Casa Branca. No Central Meio de hoje, Pedro Doria, Luiza Silvestrini e Flávia Tavares recebem o colunista do Meio e diretor-executivo do Livres, Magno Karl, para uma conversa sobre como a decisão do USTR pode influenciar a opinião do eleitor brasileiro.

Classificar CV e PCC como terroristas pode dividir eleitorado de Flávio Bolsonaro

No Central Meio de hoje, Pedro Doria, Luiza Silvestrini e Christian Lynch conversam sobre os desdobramentos, no Brasil e no eleitorado, da classificação das facções criminosas Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos.

Flávio aposta em classificação de CV e PCC como terroristas; Lula em fim da escala 6X1

No Central Meio de hoje, Pedro Doria e Luiza Silvestrini recebem o colunista do Meio Alexandre Borges, que comenta o peso na campanha eleitoral da classificação do Comando Vermelho (CV) e do Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas pelos Estados Unidos, poucos dias após a visita do senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Casa Branca. Do outro lado, a campanha de reeleição do presidente Lula (PT) também ganha um ativo importante com a aprovação do projeto que põe fim à escala 6X1. Ainda nesta edição, Guilherme Werneck, da Ladrilho Hidráulico, traz os principais programas culturais pro seu fim de semana!

Meio/Ideia: Áudios a Vorcaro derrubam Flávio entre jovens, alta renda e centro-direita

A crise envolvendo o empresário Daniel Vorcaro e o Banco Master provocou desgaste relevante na pré-campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), revela a pesquisa Meio/Ideia divulgada há instantes. O levantamento mostra ampliação da vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno — 38,5% a 31,5%, contra 40% a 36% da pesquisa anterior. No segundo turno, Flávio caiu de uma vantagem numérica frente a Lula (45,3% a 44,7%), para uma desvantagem de 5,1 pontos. Lula tem 46,5%, e o senador, 41,4%. A margem de erro é de 2,5 pontos. Segundo a pesquisa, a perda de apoio ao pré-candidato do PL foi mais intensa entre eleitores de renda acima de cinco salários mínimos (18,9 pontos), pessoas que se identificam como centro-direita (18 pontos) e jovens de 16 a 24 anos (15,7 pontos). No Central Meio de hoje, Pedro Doria e Luiza Silvestrini recebem Cila Schulman, CEO do Instituto Ideia, e Creomar de Souza, analista político e colunista do Meio.

Meio/Ideia: Flávio perde jovens, alta renda e centro-direita

Em meio à crise desencadeada pela revelação da ligação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, o senador Flávio Bolsonaro (PL) caiu na intenção de votos entre grupos cruciais para a eleição presidencial deste ano. A pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quinta-feira, 28, reforça a queda do senador já captada por outros institutos desde que o escândalo veio à tona, duas semanas atrás. No primeiro turno, no cenário estimulado, o presidente Lula abriu sete pontos percentuais de vantagem, recuando de 40% para 38,5%, enquanto Flávio caiu de 36% para 31,5%. O cenário se completa com Ronaldo Caiado, com 5,5%; Romeu Zema, com 2,4% e Renan Santos, com 2,1%. Já no segundo turno, na pesquisa de 6 de maio, Flávio Bolsonaro liderava o confronto direto com Lula por 45,3% contra 44,7%. Agora, três semanas depois, a situação se inverteu: Lula foi a 46,5% e Flávio recuou para 41,4%.

Reeleição de Lula: agora vai?

Há um fato comum a todos os presidentes que concorreram à reeleição: Fernando Henrique em 1998, Luiz Inácio Lula da Silva em 2006, Dilma Rousseff em 2014 e Jair Bolsonaro em 2022. Todos melhoraram suas avaliações de governo durante o ano da reeleição. Especialmente no primeiro semestre da corrida eleitoral. Segundo a última pesquisa Meio/Ideia, o presidente Lula, versão 2026, também adere a essa tendência e se junta a essa estatística. A questão é qual impacto dessa melhora de percepção, e das boas notícias vindas da desorganização da oposição, impactam a trilha da reeleição daqui em diante.