Ministro do TCU restringe acesso do BC em processo que analisa liquidação do Master
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O ministro Jhonatan de Jesus, do Tribunal de Contas da União (TCU), restringiu o acesso do Banco Central do Brasil ao processo que analisa a atuação do órgão na liquidação do Banco Master. A decisão foi tomada às vésperas da conclusão do relatório final da auditoria. Na última quinta-feira, o ministro mudou o nível de sigilo do processo. Ele passou de “sigiloso” para um grau ainda mais restrito, que exige autorização específica para consultar os documentos. Embora o caso já corresse sob sigilo, o Banco Central, por ser o órgão fiscalizado, tinha acesso completo ao conteúdo — o que deixou de acontecer após a alteração. Nos bastidores do TCU, integrantes da Corte afirmam que a medida não é comum. Mesmo em processos sigilosos, é prática que o órgão fiscalizado tenha acesso aos autos. (Valor)
E a área técnica do TCU enviou nesta quarta-feira ao gabinete do ministro Jhonatan de Jesus o relatório sobre a análise de documentos do BC relacionados à liquidação do Banco Master. O documento é sigiloso e será examinado pelo ministro e sua equipe nos próximos dias. Depois disso, o material deverá ser encaminhado ao plenário do TCU, ainda sem data definida. (g1)
Enquanto isso, a Polícia Federal apreendeu R$ 429 mil em espécie dentro de uma mala arremessada pela janela de um apartamento no 30º andar durante a terceira fase da Operação Barco de Papel, em Balneário Camboriú (SC). O episódio ocorreu no momento em que agentes cumpriam mandado de busca e apreensão em um endereço ligado a investigados. Ao perceber a chegada da equipe, um dos ocupantes do imóvel tentou se desfazer da mala, jogando o objeto pela janela. Parte das cédulas se espalhou pela área externa do prédio. (Metrópoles)


























