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Ponto de Partida

Pedro Doria em análises profundas e didáticas sobre a política do Brasil e do mundo.

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Flávio é o maior

O Partido Liberal deu 15 dias para Flávio Bolsonaro. A notícia talvez pareça surpreendente. O prazo é pra quê? Vejam bem: tem alguma dúvida de que Flávio Bolsonaro se tornou o mais importante personagem do maior escândalo de corrupção da história do Brasil?

Ninguém governa o Brasil

Vocês já perceberam que a gente está vivendo um teatro? Alguém tinha alguma dúvida a respeito do que ocorreria com a Lei da Dosimetria? Que o Congresso aprovaria, que o presidente vetaria, que o Congresso derrubaria o veto, que o Supremo suspenderia a lei? E que, em algum momento aí na frente, o nó vai se desfazer e a lei vai valer? Cada poder sinalizou para onde iria, cada um ensaiou seu ato sabendo exatamente como seria a reação. Nada, rigorosamente nada, foi impensado ou

Acabou, Flávio?

Eu não vejo como Flávio Bolsonaro se recupere dessa aí, não. Implorando por dinheiro para Daniel Vorcaro. A sensação é que estamos, hoje, perante um daqueles momentos que decidem o rumo de uma eleição.

Voltamos para a Savana

Olha só o que aconteceu nos últimos cinco dias, aqui no Brasil. Um. Flávio Bolsonaro gravou dois vídeos dizendo o seguinte: “o Banco Master é um escândalo, precisa ter CPI, mas o PT votou contra.”

O plano do Centrão

E se o modelo político do Rio de Janeiro estiver pronto para assumir a Presidência da República? O Brasil está prestes a ter o seu primeiro governo Centrão? No Ponto de Partida React desta sexta (8), Yasmim Restum e Pedro Doria te conduzem na conversa sobre a conexão entre a movimentação do Congresso e a corrida eleitoral de 2026 - da rejeição histórica de Jorge Messias ao STF à tentativa de abafamento de investigações do Banco Master. A

O mar está pra Flávio

Hoje saiu a quinta edição da pesquisa Meio/Ideia. A gente tem feito essa pesquisa desde janeiro, todo mês, sem falta. Tem muito que a gente aprende olhando na lupa. Uma das principais lições é a seguinte: o tempo das campanhas mudou e parte do problema da polarização pode estar numa regra do Tribunal Superior Eleitoral que, olha, caducou rápido. Vamos lá.

O acordo é bom pro Flávio

E se um possível governo Flávio Bolsonaro não for, como muita gente aposta, um segundo governo Jair Bolsonaro? E se for um desenho diferente? Um governo em que, enfim, o Centrão assume as rédeas do país. Quem prestou atenção em tudo o que ocorreu na semana passada deveria, seriamente, considerar a possibilidade. Porque, se este acordo não está amarrado, ele certamente já está rascunhado na cabeça de bastante gente.

Lula errou o cálculo. Feio.

Foi uma derrota histórica, inédita, para um presidente da República. 41 votos contra Jorge Messias, 34 a favor. Para vocês entenderem a magreza do que é isso, a surra que é isso, segura aqui: o governo tem, firme, entre 22 e 25 senadores. Isso aí é PT, PSB, PDT, PCdoB, Rede, Cidadania, e ainda Renan Calheiros, Eduardo Braga, esses que são pró-Lula em qualquer briga. O bolsonarismo puro sangue é um tico menor, 20 a 22. PL, Novo mais a turma dedicada noutros partidos de direita. E aí sobra uma faixa de 34 a 38 senadores que são de direita mas são o Centrão. Ou seja, maleáveis. Esse pessoal pulou fora. O governo só levou um terço do pacote Centrão.

Essa Eleição Vai Ser um Inferno

O PT fez seu oitavo Congresso, este fim de semana, e tirou dali uma penca de conclusões. Uma é a de que deve restabelecer a aliança com o Centro político nesta eleição. Outra, isso foi o presidente do partido, Edinho Silva, quem disse: precisam ter humildade para falar com jovens evangélicos ou quem vive na economia dos apps. “O PT não pode ficar irritado com as periferias quando perdemos votos.” Frase do Edinho. “Quando a nova classe trabalhadora, os motoristas de aplicativo, se revoltam conosco, evidente que gera indignação, mas temos que ter humildade e perguntar onde estamos errando, se queremos representá-los.”

Era melhor no tempo do rei?

Para onde vai o seu imposto? No Ponto de Partida React desta sexta (24), conversamos sobre o custo do Estado brasileiro e a comparação entre os impostos da Monarquia e da República.