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25 de janeiro de 2017
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25 de janeiro de 2017

Supremo retoma delações da Odebrecht

Rodrigo Janot, procurador-geral da República, pediu ontem ao Supremo que desse urgência à análise das delações da Odebrecht. Em Curitiba, os procuradores da Lava Jato e o juiz Sérgio Moro vêm manifestando preocupação. Enquanto as delações não forem homologadas pelo STF, elas não têm valor no que toca os acusados com foro especial. A presidente Cármen Lúcia sabe disso e autorizou que os juízes assistentes de Teori Zavascki sigam avaliando as delações da Odebrecht. A homologação só poderá ser feita por um ministro do tribunal. Mas o trabalho anterior segue o curso normal. (Globo)

Edson Fachin deve substituir Teori Zavascki na relatoria da Lava Jato. Este é o acordo que vai sendo costurado dentro do STF, segundo Merval Pereira. (Globo)

A avaliação preliminar da Aeronáutica é de que o piloto do avião que carregava Teori se desorientou no espaço e, por isso, avaliou mal o pouso, mergulhando a aeronave. (Estadão)

A Receita cobra R$ 10,1 bilhões de empresas e pessoas envolvidas na Lava Jato. (Valor)

A Polícia Federal encontrou indícios de crimes no financiamento da chapa que elegeu Dilma e Temer, em 2014. (Globo)

Boletos poderão ser pagos em qualquer banco mesmo após o vencimento. A mudança começa em março para os papéis com valor acima de R$ 50 mil, mas até o final do ano valerá para todos. (Estadão)

Dona Marisa Letícia, mulher do ex-presidente Lula, foi internada no Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral. Ela foi submetida a um cateterismo para estancar a hemorragia. O quadro é considerado grave, e as próximas horas são decisivas.

Não bastou o plebiscito. O parlamento britânico precisará aprovar a decisão do Brexit para que o Reino Unido deixe a União Europeia. (Estadão)

O Peru deseja que a Odebrecht venda suas obras e deixe o país. “Estão contaminados pela corrupção”, disse o presidente Pedro Pablo Kucynski. A Colômbia deve ir pelo mesmo caminho. (Estadão)

O presidente americano Donald Trump anunciará, hoje, medidas relacionadas à imigração. Promete o muro separando a fronteira do México, além da restrição de entrada dos cidadãos de alguns países muçulmanos.

Aliás… Nunca, no início de um primeiro mandato, vazaram tanto detalhes íntimos a respeito dos humores e reações de um presidente americano. Cada momento de mágoa, fúria ou ressentimento de Trump tem saído na imprensa.

Julian Assange está dando para trás. Ele prometera, e o confirmou em 12 de janeiro, que se entregaria aos EUA acaso Obama garantisse clemência à soldado Chelsea Manning. Manning, responsável pelo vazamento de 700 mil documentos de inteligência para o Wikileaks, foi perdoada. No primeiro momento, os advogados de Assange disseram que ele cumpriria a palavra. Mas, em entrevista a um programa australiano, ele mudou o tom. Será, antes, preciso negociar com o Departamento de Justiça.

Cultura

O Oscar anunciou os indicados deste ano — e pouco surpreendeu. La La Land, que acaba de ganhar sete Globos de Ouro, teve 14 indicações, seguido por A chegada e Moonlight: Sob a Luz do Luar, que disputam em oito categorias cada. Veja a lista completa (e interativa) dos indicados e ainda uma análise do crítico da Folha Inácio Araújo sobre as indicações. 

O que mais surpreende neste ano, talvez, seja a indicação de atores negros (seis, no total). Nos últimos dois anos, não havia nenhum.

Já Meryl Streep bateu seu próprio recorde no Oscar: chegou à 20ª indicação com a comédia Florence: Quem é essa Mulher? Se vencer, poderá repetir um discurso contra Trump, como o que fez no último Globo de Ouro e que, rapidamente, viralizou.  

Ainda o Oscar: veja como assistir via streaming alguns dos indicados.

Manchester à Beira-Mar é o primeiro título de um serviço de streaming a concorrer na principal categoria do Oscar, a de melhor filme. A produção da Amazon mostra como a empresa vem ampliando seu poder para enfrentar fortes concorrentes do setor, como a Netflix, que já concorreu ao Oscar em categorias como a de melhor documentário. 

Viver

Os grafites apagados em São Paulo são “uma empreitada intervencionista e censória” do prefeito João Doria, segundo editorial da Folha. Para o jornal, ele se lança “contra uma das poucas coisas que, pela espontaneidade criativa, tornam a cidade de São Paulo mais alegre e interessante de ver”.

O prefeito parece ter notado quão desastrosa foi a ação. Diz agora que a Avenida 23 de Maio está “muito cinza” e já planeja um “festival de grafite” com artistas convidados pela prefeitura. Deve causar mais polêmica, já que o grafite está vinculado sobretudo à espontaneidade. 

Por outro lado, para artistas que adotam o grafite como técnica, ter seus trabalhos apagados é parte do jogo, como escreve o artista Tony de Marco em post no Facebook.

Galeria: no aniversário de São Paulo, fotos antigas da cidade. (Folha)

Cientistas colorem formigas para entender sua organização. Modificados geneticamente, os insetos são pintados a mão pelos pesquisadores, que adotam um sistema de cores lido por computadores 24 horas por dia. A pesquisa, por exemplo, já desafia um padrão conhecido entre biólogos, o da sociabilidade desses insetos. Há formigas, segundo o estudo, que preferem ficar sozinhas.

Cotidiano Digital

Trump teria deixado o celular andróide, para atender a pedido do Serviço Secreto? Embora não use emails e já tenha dito que os computadores se tornaram muito complicados, o presidente costuma passar horas no telefone — no Twitter, sobretudo. Se seguiu a praxe de outros presidentes, teve de deixar o celular pessoal, algo que o faria, segundo pessoas próximas, um tanto infeliz.  

Uma máquina de inteligência artificial está disputando um campeonato de poker contra quatro jogadores profissionais. Nos primeiros dias, eles saíram na frente, e o computador chegou a ficar com quase US$ 200 mil de prejuízo. A partir do quarto dia, no entanto, a máquina começou a aprender como ganhar, recuperou o prejuízo e, até ontem, já estava ganhando quase US$ 800 mil dos jogadores. 

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