CNJ apura parcialidade da ex-juíza da Lava-Jato Gabriela Hardt
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A atuação da juíza Gabriela Hardt à frente da Lava-Jato, na 13ª Vara Federal de Curitiba-PR, vai ser investigada. O corregedor nacional de Justiça, ministro Luís Felipe Salomão, determinou a abertura de uma reclamação disciplinar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por “parcialidade”. Ele atende a pedido do empresário e ex-deputado estadual Antônio Celso Garcia. Ele alegou que “a juíza tinha conhecimento de fatos potencialmente criminosos praticados pelo então juiz Sergio Fernando Moro e procuradores da República, mas manteve-se inerte”. A juíza tem 15 dias para se manifestar. (Metrópoles)






























