Para ler com calma: por que a IA não pensa como humanos?
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Para ler com calma. As promessas de superinteligência feitas por Sam Altman, Mark Zuckerberg e Dario Amodei, como máquinas “mais inteligentes que Nobel” em 2026, não encontram respaldo na ciência, argumenta um artigo que faz uma revisão de pesquisas recentes em neurociência e cognição. A crítica central é que modelos como ChatGPT, Claude e Gemini são apenas grandes modelos de linguagem, treinados para prever palavras, e não mecanismos que reproduzem pensamento. Pesquisadores do MIT e UC Berkeley mostram que raciocínio humano não depende de linguagem, pois bebês pensam antes de falar e pessoas com danos linguísticos seguem capazes de resolver problemas complexos. Mesmo que a IA progrida em múltiplos domínios cognitivos, isso não significa replicar a capacidade humana de romper paradigmas. (The Verge)






























