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Mendonça e CPI do INSS quebram sigilos de Lulinha

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Fábio Luiz, filho do presidente Lula, é investigado pela Polícia Federal sob suspeita de ser “sócio oculto” do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado como mentor das fraudes no instituto. A contragosto, Fernando Haddad aceita ser candidato pelo PT ao governo de São Paulo. Netflix desiste de comprar a Warner após a rival Paramount aumentar sua oferta. Brasil avança em vagas de ensino integral e profissionalizante, mas tropeça na EJA e creches. E confira a agenda cultural para o fim de semana no Rio e em São Paulo.

STF condena mandantes do assassinato de Marielle e Anderson

Foto: Antônio Augusto/STF

Os irmãos Chiquinho e Domingos Brazão receberam penas de 76 anos de prisão cada pela morte da vereadora carioca e de seu motorista, enquanto o ex-chefe da Polícia Civil do Rio Rivaldo Barbosa foi absolvido por falta de provas. CPI do crime organizado convoca para depor os irmãos de Toffoli e quebra sigilo das empresas da família. Justiça de Minas reverte absolvição de homem que estuprou menina de 12 anos. Câmara aprova incentivo bilionário para datacenters. E confira as estreias desta quinta-feira nos cinemas.

A polarização tem cura?

A política é atividade competitiva por excelência, pois o seu ponto de partida é a divergência e o conflito de interesses, vontades e valores. E não há nada de errado nisso; ao contrário, trata-se de forma mais civilizada de mediação dos inevitáveis conflitos que resultam da liberdade e da singularidade humanas.

Câmara aprova PL Antifacção sem taxação de bets

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Texto, que segue para sanção do presidente Lula, aumenta penas e restringe direitos de condenados por integrar organizações criminosas. Imposto sobre apostas chegou a ser incluído, mas foi derrubado por iniciativa de PP, MDB e Republicanos. Executivo, Judiciário e Legislativo tentam solução negociada para penduricalhos. Chuvas deixam morte e devastação em Minas Gerais. Escritora da Baixada Fluminense é finalista de um dos principais prêmios da literatura internacional. Senado cria agência para fiscalizar cumprimento das leis de proteção a menores na Internet.

Gilmar manda suspender ‘penduricalhos’ dos Judiciários estaduais

Foto: Fellipe Sampaio/STF

Ministro determinou que verbas só podem ser pagas se estiverem previstas em lei federal, barrando benefícios concedidos por assembleias legislativas e pelos conselhos de juízes e procuradores. Senadores tentam driblar Alcolumbre e investigar caso Master mesmo sem CPI específica. Pressionado por movimentos indígenas, governo revoga decreto para concessão de hidrovias na Amazônia. Comemorando 50 anos de carreira e com nova baterista, Rush volta ao Brasil. Mercado ilegal de bets continua nas lojas de aplicativos e com hospedagem do Google.

Congresso oferece dosimetria para evitar CPI do Master

Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Medida agradaria à oposição bolsonarista e fecharia uma frente de investigação sobre as ligações políticas do banqueiro Daniel Vorcaro. Trump impõe tarifa global de 15% a produtos importados, o que, na prática, reduz em quase 14 pontos a atual taxação de mercadorias brasileiras. CNJ investiga decisão da Justiça mineira que anulou condenação de homem acusado de estuprar menina de 12 anos. Feito Pipa, estrelado por Lázaro Ramos, ganha dois prêmios no Festival de Berlim. Netflix e Paramount acirram a guerra pelo controle da Warner.

Edição de Sábado: ‘Lula está pedindo para perder a eleição’

Foto: Reprodução / Instagram @romerojuca

Apesar de ter dedicado 24 anos de sua vida ao Senado e de ter sido um dos principais articuladores políticos de Brasília, líder de quatro governos no Congresso — Fernando Henrique Cardoso, Lula, Dilma Rousseff e Michel Temer —, além de ministro da Previdência no primeiro mandato de Lula e do Planejamento no governo Temer, ele prefere dispensar os títulos. “Me chama só de Romero.” É desse lugar, fora dos cargos, mas ainda no centro das engrenagens do poder, que Romero Jucá observa o tabuleiro político com a frieza de quem passou décadas costurando acordos, prevendo movimentos e administrando crises. Para ele, o Brasil vive hoje uma de suas fases institucionais mais delicadas: um Legislativo hipertrofiado pelo controle do orçamento, um Supremo cada vez mais protagonista e um Executivo fragilizado, em meio à polarização que lança agora os campos da direita e da esquerda numa disputa para ver “quem erra mais” até a eleição.

Mendonça retira barreiras de Toffoli no caso Master

Foto: Fellipe Sampaio/STF

Ministro reduz o grau de sigilo da investigação e libera PF para periciar todas as provas, mas diz que Daniel Vorcaro não precisa depor à CPMI do INSS. Já Alexandre de Moraes manda intimar presidente de associação de auditores da Receita que criticou atuação do STF. Irmão do rei Charles III passa 12 horas preso por ligações com o caso Epstein. Justiça declara inconstitucional projeto de “escola sem partido” de cidade paranaense. Lula critica concentração tecnológica e defende maior regulação de IA. E confira as dicas da agenda cultural para Rio e São Paulo.

Ação do STF na Receita é criticada por parlamentares

Foto: Sergio Lima/AFP

Alexandre de Moraes determina operação da Polícia Federal para identificar acesso ilegal e vazamentos de dados de parentes de ministros do Supremo, mas até integrantes da Corte ficaram incomodados. Desfile homenageando Lula é considerado um desastre até dentro do governo; evangélicos se irritam com “família tradicional” enlatada. Viradouro e Mocidade Alegre são as campeãs do Carnaval do Rio e de São Paulo. Pentágono ameaça romper relações com Anthropic por termos de uso de IA. E confira as estreias desta quinta-feira nos cinemas.

Autoritarismo e gênero

Foto: Olga Maltseva/AFP

A tendência atual de retrocesso democrático e autoritarismo pode também ser vista como um ataque a valores liberais como a igualdade de gênero. Líderes como Vladimir Putin, Viktor Orban e Recep Tayyip Erdogan chamaram a atenção da mídia por suas observações sexistas e declarações depreciativas sobre a “ideologia de gênero”. Essas figuras são frequentemente vistas como promotoras de uma reação ideológica contra as conquistas feministas das últimas décadas. O chauvinismo espontâneo de Orban, por exemplo, tem sido atribuído ao desejo de manter as mulheres fora da esfera pública e dentro da cozinha.