Afastamentos de trabalho por burnout sobem 493% em quatro anos e pressionam Previdência
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Entre 2021 e 2024, os afastamentos por burnout cresceram 493%, passando de 823 para 4880 casos e já pressionam os gastos da Previdência, que destinou R$ 31,8 bilhões aos auxílios-doença por saúde mental em 2024. O número representa 1 em cada 7 afastamentos e se aproxima das concessões por problemas ósseos e musculares. Em 2025, até junho, os casos chegaram a 3494. O avanço de doenças ligadas ao trabalho, como esgotamento e ansiedade, também levou o governo a reconhecer o burnout como enfermidade ocupacional, mas a pressão de empregadores adiou para 2026 a punição a empresas que não mapearem riscos psicossociais. (Folha)

























