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Análises: prisão razoável, abandono de Trump e movimento no tabuleiro da direita

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Pedro Doria: “Alexandre Ramagem, antes de ser preso, fugiu para os Estados Unidos. Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos. Bolsonaro tem o episódio de ter dormido na embaixada da Hungria e tem o pedido de asilo encontrado no celular para os argentinos, para o presidente Javier Milei. Para se criar uma muvuca a fim de tentar facilitar a fuga do ex-presidente, o risco é razoável. A Polícia Federal foi lá e o transferiu para uma sala confortável, dentro da sua sede, onde a prisão pode ser mantida com segurança. Não tem nada de absurdo nisso. É só a Justiça trabalhando”. (Meio)

Maria Cristina Fernandes: “O fato mais determinante para a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, os indícios de violação da tornozeleira eletrônica, se deveu à atuação de uma secretaria do governo do Distrito Federal. Há quase três anos, as falhas da polícia do GDF facilitaram a tentativa de golpe. A aposta de que algo se move no aprimoramento das instituições subiu um degrau. O Centro Integrado de Monitoração Eletrônica da Secretaria de Administração Penitenciária, que deu o alerta da tornozeleira é, em última instância, subordinado a Ibaneis Rocha, governador que está sob a lupa da operação que decretou a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro e a liquidação do Master. É Ibaneis também quem tem sido o anfitrião das reuniões de governadores que se insurgem contra a tentativa do governo federal de normatizar uma ampliação da União nas políticas de segurança pública com a PEC da Segurança e o PL Antifacção. Não são circunstâncias armadas. É a roda da história”. (Valor)

Vera Magalhães: “Numa avaliação governistas e bolsonaristas coincidem: o apelo feito por Flávio Bolsonaro a uma vigília para ‘lutar’ pelo pai e os indícios de violação de sua tornozeleira eletrônica, apenas um dia depois da notícia de que o governo dos Estados Unidos incluiu novos produtos da pauta de exportações brasileiras na lista de exceções ao tarifaço, é sinal de que o entorno de Jair Bolsonaro entendeu que se esgotou a estratégia de obter apoio de Donald Trump para pressionar os Poderes no Brasil e, assim, tentar reverter a iminente prisão do chefe do clã”. (Globo)

Francisco Leali: “Fora do campo penal, a prisão antecipada do ex-presidente põe em xeque a direita. Dispara o relógio para que escolha entre ficar berrando pela liberdade do preso ou passar a procurar uma outra alternativa elegível e viável para a disputa em 2026”. (Estadão)

Igor Gielow: “Com o desastre da ação do incendiário deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) contra o Brasil na terra de Trump, coube a Flávio assumir o manto de presidenciável presumido da família, ao menos neste momento. A toxicidade de seu sobrenome o inviabiliza pelo cenário atual, mas sua voz é suficiente para bagunçar ainda mais o coreto da dividida oposição. Moraes lhe deu, mordendo a isca da vigília, oxigênio retórico para continuar relevante no jogo”. (Folha)

Flávia Tavares: “Quem acha que Flávio Bolsonaro voltou dos Estados Unidos com um erro de estratégia se engana. Ao se encontrar com Eduardo, absorveu exatamente o script que a ala Steve Bannon domina tão bem: provocar caos, criar comoção e fabricar um fato novo capaz de arrancar Jair Bolsonaro do ostracismo da prisão domiciliar. A lógica é simples: reacender a base pelo choque emocional, recolocar o ex-presidente no centro do palco e calibrar a narrativa para onde ela sempre rendeu mais dividendos ao bolsonarismo. Politicamente, o noticiário volta a ser sobre ele e não sobre um potencial candidato da direita do pós-bolsonarismo”. (Meio)

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