Banco Central liquida Will Bank após inadimplência com a Mastercard
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O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Will Bank, que já estava sob regime de administração temporária desde a intervenção no Banco Master, seu controlador. Segundo a autoridade monetária, a decisão foi tomada após o “comprometimento da situação econômico-financeira” da instituição e o não pagamento de dívidas com a Mastercard, que bloqueou sua participação no arranjo de pagamentos. A liquidação encerra as atividades do banco digital, voltado a clientes de baixa renda, e deve gerar um custo de R$ 5 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito. A tentativa de venda da financeira a um grupo árabe fracassou. Além disso, o Will também aparece nas investigações da Operação Compliance Zero, que apura fraudes no Master. (g1)
A liquidação do Will Bank encerrou a tentativa de salvar o último elo do conglomerado do Master. Desde novembro, o BC já interveio diretamente em seis instituições ligadas ao grupo, em um dos episódios mais graves do sistema financeiro brasileiro. Veja lista de liquidações relacionadas ao caso. (Globo)
Em outra frente, o ministro Dias Toffoli, do STF, é apontado por funcionários como o verdadeiro dono de um resort com cassino em Ribeirão Claro (PR), que abriga inclusive jogos ilegais como blackjack e caça-níqueis com apostas em dinheiro. O estabelecimento, erguido por irmãos e um primo do ministro foi vendido a um advogado ligado à J&F, mas chegou a ser fechado para uma festa privada de Toffoli no fim de 2025, com a presença de artistas. Inclusive, o resort teve entre os investidores um cunhado de Daniel Vorcaro, dono do banco Master. (Metrópoles)
Indicado por Lula para presidir a CVM, o advogado Otto Lobo tem dito a aliados que suas decisões envolvendo o Banco Master foram técnicas e que não há qualquer articulação política em sua indicação. Ele nega ter favorecido o banco e afirma que, por quatro vezes, rejeitou termos de compromisso propostos pelo próprio Master. Lobo também contesta críticas por pedir vista em um dos processos, alegando que o caso era complexo e exigia cautela. (CNN Brasil)
E a ministra Esther Dweck confirmou que o governo estuda transferir do CVM para o Banco Central a responsabilidade pela fiscalização dos fundos de investimento. Segundo ela, a mudança, discutida entre a Fazenda e o BC, dependeria de decretos ou mesmo alterações legais, passando necessariamente pelo Ministério da Gestão. (Money Times)


























