Ibovespa bate novo recorde com Trump e commodities; JPMorgan vê 2026 com novo ciclo de forte entrada de capital estrangeiro na Bolsa brasileira
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O Ibovespa bateu novo recorde nesta quarta-feira e fechou em expressiva alta de 3,33%, aos 171.816 pontos, impulsionado pela entrada de capital estrangeiro. O índice saltou mais de 5,5 mil pontos em dois dias e foi favorecido pelo alívio no dólar e pela valorização de ações de peso como Vale e Petrobras. Nesse contexto, há o reflexo da saída de recursos dos EUA em meio a tensões geopolíticas envolvendo Donald Trump. Já o dólar caiu 1,11%, a R$ 5,32, refletindo menor aversão ao risco global, além do apetite por ativos emergentes. Em Wall Street, os índices fecharam em alta também após Trump sinalizar recuo na escalada comercial com a Europa e possível acordo envolvendo a Groenlândia. O Dow Jones subiu 1,21%, o S&P 500 ganhou 1,16%, e o Nasdaq avançou 1,18%, aos 23.224 pontos. (Money Times)
Aliás, o otimismo deve continuar. Estrategistas do JPMorgan avaliam que 2026 pode repetir o forte ingresso de capital estrangeiro na bolsa brasileira, impulsionado pela busca global por diversificação fora dos Estados Unidos. Em relatório a clientes, o banco destaca que a alocação em mercados emergentes segue em patamar historicamente baixo e que um retorno à média da última década poderia direcionar cerca de US$ 25 bilhões ao Brasil. (Money Times)


























