Vitor Conceição compartilhou essa nota com você. Ela faz parte da edição premium do Meio, exclusiva para nossos assinantes premium. Conheça as vantagens.


Jazz então, jazz hoje.

5 de janeiro de 2019

1959 foi um ano seminal na história do jazz. Dave Brubeck lançou o clássico Time Out, transformando Take 5 em um hit instantâneo. Miles Davis gravou Kind of Blue, e lançou Porgy and Bess, sua releitura, junto com Gil Evans, da ópera de Gershwin. Charles Mingus pôs nas ruas Mingus Ah Um com algumas de suas mais veneradas gravações. E John Coltrane, que havia participado da gravação de Kind of Blue, gravou seu Giant Steps, que foi lançado no ano seguinte, e o elevou ao nível de um dos grandes do jazz.

Neste primeiro de janeiro, a jornalista da revista Billboard Natalie Weiner iniciou um projeto de, em tempo real, recriar na web a história deste ano icônico. Cada dia, um post. É uma coletânea de fotos, registros em vídeo, cartazes de shows e uma miscelânea de informações e curiosidades que vão ser publicados.

Apesar das glórias do passado, o jazz continua firme e forte. Artistas como Kamasi Washington (Spotify) e Speranza Spalding (Spotify) têm rejuvenecido o estilo e atraído novos públicos. Em Londres existe hoje uma cena bastante quente. O New York Times disponibilizou no fim do ano uma playlist no Spotify com o melhor do jazz em 2018. E a Paste Magazine listou 12 artistas para ficarmos de olho em 2019.


Esse artigo é parte de uma das edições de sábado do Meio. Exclusiva para Assinantes Premium.

Conheça: Chega mais rápido, edição extra de sábado, editoria de economia na edição diária e acesso ao Monitor, o software que usamos para ver as notícias de todos os sites em tempo real.

Mensal: R$ 9,90

Anual: R$ 99,00