Te vi no pico
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Os momentos de maior satisfação eram quando velhos conhecidos e novos contatos batiam o olho na minha credencial e falavam: “Você agora está no Meio! Adoro!”. Não perdi a chance de bater um papo, ouvir sugestões para o nosso marketing e coletar as impressões de alguns profissionais que são referências em suas áreas de atuação.
Larissa Magrisso, VP de Criação e Conteúdo da W3haus
“Fica combinado: a gente vai se divertir. Talvez porque eu estivesse desesperadamente precisando ouvir isso, talvez porque seja a nova trend no ar, talvez as duas coisas. Mas me chamou a atenção como alguns dos palestrantes mais interessantes do evento lembraram de uma coisa essencial: a gente precisa se divertir. Mas se divertir com a recessão batendo à porta, o clima colapsando e o painel de investidores avisando no Web Summit que secou a fonte para startups que não dão lucro? Ainda assim, ou principalmente assim. Ovacionado no palco principal, KondZilla terminou sua fala respondendo qual conselho daria ao jovem Kond no início da jornada que o levaria a criar o maior canal do YouTube no Brasil e o quarto maior canal de música do mundo: ‘vai ser difícil, mas vai ser divertido. Nunca se esqueça de se divertir no processo’. A CEO de uma empresa bilionária dos NFTs disse que está numa missão para resgatar na Web3 a bobice e a diversão da Web1 (saudade correntes de PPTs e memes inocentes). A criadora do app de encontros mais inclusivo do mercado deu a dica: para encontrar o amor, esqueça a lista de exigências, abra a mente, siga a sua curiosidade e o que te diverte. O CMO do New York Times lembrou da importância de o propósito das marcas estar em tudo, dos produtos mais essenciais a (adivinhem?) entregas mais divertidas. No jornal centenário, algumas das assinaturas que mais crescem são das verticais de cozinha e games. A mulher à frente de uma organização que está lutando contra a emergência climática aposta em gráficos interativos, beleza e organização da informação para incentivar pessoas do mundo todo a se engajar nos projetos que mais se relacionem às suas paixões. Se nem pra salvar o planeta a gente precisa ser tão sério, imagina no nosso dia a dia de trabalho. Pra pensar: como você vai se divertir e fazer seus clientes se divertirem hoje?”
Marcelo Tripoli, CEO e fundador da consultoria de transformação digital Zmes
“O recado de diversos palestrantes convergiram para um tema que tem cada vez mais me interessado: a importância da ética nas decisões de tecnologia, sejam startups ou big techs. Em um mundo onde a economia, saúde, educação ou qualquer área das nossas vidas é afetada diretamente pelas decisões de programadores e designers é fundamental que eles não façam qualquer coisa que a tecnologia permita, mas façam o certo. Jane Geraghty, CEO global da empresa de design Landor, mostrou que mais de 1 bilhão de pessoas têm algum tipo de deficiência que a tecnologia e o design podem ajudar. Já Alain Sylvain mostrou uma pesquisa em que 87% dos consumidores indicam que querem comprar de marcas alinhadas com seus propósitos e 47% deixam de fazer negócios imediatamente quando empresas não cumprem o que prometem. A tecnologia é algo poderoso, mas deve ser usada com responsabilidade. Foi o recado que ouvi muitas vezes em Lisboa.”
Estevão Rizzo, head de Estratégia da Nftfy
“Há muito tempo já queria vir presencialmente para o Web Summit e esse foi o ano. Isso porque o universo de blockchain, em que venho trabalhando desde o ano passado, foi um dos mercados com maior destaque. Esta edição contou com grandes palestrantes e estandes de empresas de peso do setor, como Binance, Polkadot, Polygon, CertiK, entre outras. O que me chamou bastante atenção foi o destaque dado para web3 no evento, o volume de pessoas presentes do mercado e também o interesse de pessoas que não são do mercado, mas que queriam aprender mais sobre o tema.”






























