levantamento ouviu 10.448 pessoas entre estudantes, professores, coordenadores e gestores de 1.394 escolas públicas e privadas em 2022 e 2023. Somente 52% das escolas estaduais têm mais de 50 Mbps de velocidade em seu principal ponto de conexão, quando o ideal é ter 1 Mbps por aluno. A realidade das particulares não é melhor: apenas 46% têm uma conexão acima dos 50 Mbps. Só 29% das municipais contam com o serviço. (Folha)"> levantamento ouviu 10.448 pessoas entre estudantes, professores, coordenadores e gestores de 1.394 escolas públicas e privadas em 2022 e 2023. Somente 52% das escolas estaduais têm mais de 50 Mbps de velocidade em seu principal ponto de conexão, quando o ideal é ter 1 Mbps por aluno. A realidade das particulares não é melhor: apenas 46% têm uma conexão acima dos 50 Mbps. Só 29% das municipais contam com o serviço. (Folha)" /> Apenas 58% das escolas possuem computadores e internet para os alunos – Meio

Apenas 58% das escolas possuem computadores e internet para os alunos

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A pesquisa TIC Educação 2022 divulgada hoje pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil mostra que 58% das escolas de ensino fundamental e médio possuem computadores e internet para os alunos. Mesmo que a maior parte deles tenha alguma conexão com a rede, a qualidade não é suficiente para ser utilizada com fins educacionais. O levantamento ouviu 10.448 pessoas entre estudantes, professores, coordenadores e gestores de 1.394 escolas públicas e privadas em 2022 e 2023. Somente 52% das escolas estaduais têm mais de 50 Mbps de velocidade em seu principal ponto de conexão, quando o ideal é ter 1 Mbps por aluno. A realidade das particulares não é melhor: apenas 46% têm uma conexão acima dos 50 Mbps. Só 29% das municipais contam com o serviço.

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Mas o estudo mostra um progresso no pós-pandemia. Em 2020, o percentual de escolas com velocidade de internet mais alta era de apenas 22% nas estaduais, 32% nas privadas, e 11% nas municipais.

A falta de computadores e internet não é o único motivo para a falta de uso da tecnologia por professores nas escolas, já que 46% deles disseram preferir não utilizar essas ferramentas porque os alunos ficam mais dispersos. Além disso, a falta de capacitação tecnológica foi citada por 75% dos docentes, sendo que 56% disseram ter participado de algum curso sobre esse tema nos 12 meses anteriores ao levantamento. (Folha)

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