Canções pop estão cada vez menores… e não é só no Brasil

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Das 24 canções do álbum Escândalo Íntimo (Spotify), de Luísa Sonza, 13 têm menos de três minutos, durante décadas a duração média de uma música pop. Outros artistas da mesma seara, com Ludmilla e Pedro Sampaio, fazem o mesmo, e a tendência está presente no exterior também. Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles analisaram 160 mil faixas no Spotify constataram que, ao longo das últimas três décadas, as canções pop perderam um minuto e três segundos. O fenômeno, dizem os especialistas, foi agravado pelo streaming e pelo TikTok, que privilegia conteúdos curtos. Nem todos os artistas entram na onda, claro. No ano passado, Halsey protestou contra a própria gravadora, acusando a empresa de privilegiar conteúdo “viralizável” em detrimento da qualidade. E Taylor Swift, maior nome do pop atual, vai contra a corrente, com 18 das 22 faixas de Speak Now (Taylor’s Version) (Spotify) tendo mais de quatro minutos – duas têm mais de seis. (Globo)

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