Seca expõe arte rupestre no Rio Negro

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A seca recorde na Amazônia levou o Rio Negro a seu menor nível já registrado, com impactos severos para a saúde das populações ribeirinhas e a economia da região. Mas, em meio à tragédia socioambiental, um tesouro foi revelado: gravuras rupestres feitas pelos habitantes da região entre 1.000 e 2.000 anos atrás, muito antes da chegada dos europeus. Próximo ao encontro das águas do Negro com o Solimões, o sítio arqueológico Lages já era conhecido desde os anos 1960, mas as imagens agora visíveis estavam cobertas pelas águas escuras do rio. “Essas gravuras são, na verdade, símbolos históricos antigos em que os povos utilizavam as rochas para registrar seus comportamentos sociais”, diz Carlos Augusto da Silva, professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). (UOL)

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