Bienal de SP no Rio e MITsp: o melhor do fim de semana nas duas capitais
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Uma mostra itinerante da última Bienal de São Paulo chega neste fim de semana ao MAR. O museu carioca já exibia na sua fachada, desde a abertura da exposição paulistana em setembro, a obra Você precisa levar tudo o que pertence aos povos indígenas?, de Olu Oguibe. Agora trabalhos de mais 19 artistas, principalemnte de fora do Brasil, chegam ao museu, numa itinerância intitulada Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática. E uma coisa legal é que, além das terças, o MAR está com entrada gratuita em todos os sábados de março.
Uma peça que vi duas vezes, uma numa montagem virtual durante a pandemia, e outra nos palcos, está em cartaz no Sesc Tijuca. Desfazenda – Me enterrem fora desse lugar, conta a história real de e 50 crianças negras que foram retiradas de um orfanato no Rio de Janeiro e para serem escravizadas em uma fazenda no interior de São Paulo nos anos 1930, A dieeção é de Roberta Estrela D’Alva e dramaturgia de Lucas Moura. De quinta a domingo, ingressos a R$ 30. 14 anos.
Pista Quente é minha festa preferida hoje em São Paulo, isso porque junta o veterano Akin Dekard com o jovem Benjamin Sallum numa viagem pela música dançante de diferentes gêneros, do hip hop à eletrônica, do boogie à disco. Celebrando quatro anos, ela vai ocupar diferentes lugares ao longo deste mês. No Rio, rola neste sábado no Trauma, além dos titulares dos pickups, tocam o DJ Abud & Lorenzo. Ingresso R$ 30.
Indo para São Paulo, começa na sexta a 11ª edição da MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo. Claro que o charme todo vem da oportunidade de ver espetáculos internacionais, mas a programação brasileira não fica atrás. Falando dos gringos, o francês Édouard Louis está em foco nesta edição, não apenas a adaptação de História da Violência, dirigida por Thomas Ostermeier, abre a mostra, como haverá sessões de Quem Matou Meu Pai, também dirigida por Ostermeier, com escritor no elenco. Outros destaques são Do Lado de Cá, solo do congolês Dieudonné Niangouna e Vigiada e Punida, montagem do Théâtre Prospero do Canadá. A MITsp vai ocupar diferentes espaços da cidade como o CCSP, o Sérgio Cardoso, o Itaú Cultural e o IBT. Como sempre, em paralelo rola a Farofa do Processo, que ocupa cinco espaços do Bixiga com a participação de mais de 70 artistas e 60 aberturas de processos criativos.
Para quem é de dança, tem um braço da MITsp que traz espetáculos bem interessantes. Nest fim de semana vale conferir Vogue Funk, com Patfudyda, em cartaz sábado e domingo no CCSP.
E três novas cantoras, de estilos bem diferentes, se apresentam sábado e domingo na cidade, Ajuliacosta leva seu rap para o Cine Joia, Luedji Luna mostra sua fase neo soul na Casa Natura Musical e Xênia França sua MPB moderna no Sesc 14 Bis.
Mais dicas do que fazer em São Paulo na edição desta semana da newsletter Ladrilho Hidráulico.


