Militares presos planejavam envenenar Lula
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Investigadores da Polícia Federal descobriram que as cinco pessoas presas (quatro militares e um policial federal) conversavam em um aplicativo sobre como matar o ministro Alexandre de Moraes, do Superior Tribunal Federal, e os então presidente e vice-presidente eleitos, Lula e Geraldo Alckmin. Lula seria morto por envenenamento, segundo documento juntado aos autos. De acordo com as investigações que respaldaram as prisões, autorizadas por Moraes nesta terça-feira, os suspeitos tramavam pelo aplicativo Signal em um grupo nomeado “Copa 2022”. Cada um usava como codinome o nome de uma seleção (Alemanha, Áustria, Brasil, Argentina, Japão e Gana), de forma a não serem identificados. “Copa 2022” também é o nome de um documento que o suspeito Rafael Martins Oliveira enviou por WhatsApp ao também militar Mauro Cid, ajudante de ordens do então presidente Bolsonaro. De acordo com a PF, “no dia 15 de novembro de 2022, o Major Rafael Martins Oliveira encaminha um documento protegido por senha intitulado ‘Copa 2022’ que, pelo teor do diálogo, seria uma estimativa de gastos para subsidiar, possivelmente, as ações clandestinas, que seriam executadas durante os meses de novembro e dezembro de 2022”. (Folha)


