Governo tem segundo pior déficit primário da história em julho
As contas do governo federal fecharam julho com um déficit primário de R$ 59,1 bilhões, o segundo maior da série histórica para o mês, atrás apenas de julho de 2020. O rombo representa um salto de 533,6% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os gastos somaram R$ 260,3 bilhões, enquanto a receita líquida ficou em R$ 244 bilhões. A Previdência respondeu por R$ 42,7 bilhões desse total, com alta de 80,6% em 12 meses. Segundo o Tesouro, o pagamento de R$ 60,5 bilhões em precatórios no mês pesou no resultado. Apesar do número expressivo, o déficit acumulado no ano até julho é de R$ 68,4 bilhões, 14,1% menor que no mesmo período de 2024. (Poder360)
Já a “inflação do aluguel”, medida pelo IGP-M, interrompeu a sequência de quedas e subiu 0,36% em agosto, puxada por alimentos in natura, soja e minério de ferro. A alta veio acima da expectativa do mercado, que previa avanço de 0,21%. Com o resultado, o índice acumula 3,03% em 12 meses. (InfoMoney)