Brasil cria 228 mil empregos formais em março, aponta Caged; contas públicas têm pior resultado primário da história
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Em março, o Brasil criou 228.208 novos postos de trabalho formal, segundo o Caged. O resultado mostra um crescimento de 185,3% na comparação anual, elevando o saldo acumulado no primeiro trimestre para 613.373 empregos criados. O setor de serviços segue sendo o maior responsável pela expansão de vagas, foram 152.391 no mês. A construção civil e indústria também tiveram saldo positivo, enquanto o agronegócio foi a única atividade a fechar postos com 18.096 desligamentos. No recorte por estado, os destaques positivos foram São Paulo com 67.876 empregos e Minas Gerais, com 38.845. Entre os estados que tiveram mais demissões que contratações, Alagoas registrou a maior baixa com saldo negativo de 5.243 vagas, seguido pelo Mato Grosso com perda de 1.716 postos. (CNN Brasil)
No lado fiscal, o Governo Central registrou um deficit de R$ 73,8 bilhões em março, o pior saldo para o mês desde o início da série histórica em 1997. O resultado ficou acima das projeções do mercado e reverteu o superavit de R$ 1,5 bilhão registrado um ano antes. Houve aumento de 49,2% nas despesas, sobretudo por conta da Previdência e precatórios. No acumulado do trimestre, o rombo já soma R$ 16 bilhões. (Poder360)
E a inflação ao produtor subiu 2,37% em março, impulsionada pela valorização das commodities com as tensões geopolíticas no Oriente Médio. De acordo com o IBGE, o índice ainda acumula alta de 2,53% no primeiro trimestre, mesmo com o indicador em 12 meses ainda se mantendo negativo, em -1,54%. A alta mensal veio puxada principalmente pelo setor extrativo, com avanço de 18,65%. Já os alimentos interromperam dez meses de queda e avançaram 1,90%, por conta do leite e pela carne bovina, enquanto o café e o ouro registraram baixas no período. (Meio)






























