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Leonardo Pimentel

Editor-executivo do Meio. Jornalista formado pela UFRJ, foi editor de Tempo Real da Agência o Globo, editor da home page do Globo, colunista e coordenador de correspondestes em no.com, editor-executivo da revista Nossa História e assessor de imprensa do TRE-RJ. É autor de três livros sobre tecnologia. Mas gosta mesmo é de cozinhar.

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Daniel Day-Lewis volta às telas cheio de traumas

Daniel Day-Lewis vive um ex-militar que se torna ermitão para fugir dos traumas do passado. Foto: Divulgação

Dois gênios britânicos brilham nos cinemas nesta quinta. Após um hiato de sete anos, Daniel Day-Lewis volta às telas dirigido pelo próprio filho em Anêmona. O roteiro, escrito pelos dois, conta a história de um militar traumatizado que vive como ermitão, até que o irmão aparece para tentar reaproximá-lo da mulher e do filho que ele abandonou há 20 anos. Já Emma Thompson, quem diria, vira heroína de ação ao encarnar uma viúva que descobre um sequestro em um ponto remoto e gelados dos Estados Unidos. Confira todas as estreias e veja os trailers.

Clássico da literatura ganha nova versão livre nas telonas

Margot Robbie e Jacob Elordi vivem o casal imortalizado por Emily Brontë em “O Morro dos Ventos Uivantes”. Foto: Divulgação

Margot Robbie e Jacob Elordi, que concorre ao Oscar por seu papel como a criatura em Frankenstein, dão vida a Cathy e Heathcliff e mais uma versão de O Morro dos Ventos Uivantes, desta vez mais estilosa e erótica e sem o subtexto um tanto ou quanto racista do livro que a inspira. Entres os filmes que chegam hoje aos cinemas vale também destacar um documentário mostrando como George Orwell está, infelizmente, cada dia mais atual. Confira todas as estreias e veja os trailers.

O drama do alcoolismo entre mulheres chega às telas

Em “(Des)Controle”, Carolina Dieckmann vive às voltas com o alcoolismo. Foto: Divulgação

Em (Des)Controle, principal estreia dos cinemas nesta quinta-feira, Carolina Dieckmann vive uma escritora que, sob pressão profissional e familiar mergulha na bebida e põe em risco tudo o que conquistou. Outra boa pedida é o drama islandês Quando a Luz Arrebenta, onde uma jovem perde o homem que amava em circunstâncias trágicas e precisa engolir o próprio luto e, para jogar sal nas feridas, consolar a namorada oficial do falecido. Confira todas as estreias e veja os trailers.

Meio/Ideia: Flávio cresce e aponta polarização contra Lula

Mesmo sem fazer campanha ostensivamente país afora, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se consolidou como o principal antagonista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais de outubro. Este é o cenário apresentado pela segunda pesquisa Meio/Ideia de intenção de votos e avaliação do governo (íntegra), divulgada na madrugada desta quarta-feira. Na pesquisa espontânea, o senador fluminense saltou de 6,6% em janeiro para 16,3%, enquanto o presidente passou de 32% para 33%, dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais. “A pesquisa espontânea de intenção mostra a acomodação de Flávio Bolsonaro como candidato do espectro bolsonarista do eleitorado”, diz Mauricio Moura, fundador do Ideia.

Ficção e realidade se misturam na tela para retratar o horror em Gaza

Atores interpretam os funcionários do Crescente Vermelho, mas a voz aterrorizada da menina ao telefone é real. Foto: Divulgação

Na disputa pelo Oscar de filme estrangeiro, A Voz de Hind Rajab, principal estreia desta semana, não é recomendado para quem busca mero entretenimento. Escrito e dirigido por Kaouther Ben Hania, o longa mostra o esforço fracassado de funcionários do Crescente Vermelho para salvar uma menina palestina presa com os corpos da família em carro bombardeado em Gaza. A voz assustada ao telefone é da própria Hind Rajab. Quem só quiser se divertir tem um amplo leque de comédias, dramas, terror e até documentários chapa-branca. Confira todas as estreias e veja os trailers.

O Agente Secreto no Oscar; resort da família Toffoli no centro da crise do Master

No Central Meio de hoje, Pedro Doria, Leonardo Pimentel e o analista político Creomar de Souza comentam as últimas notícias sobre o caso do Banco Master envolvendo o ministro do STF Dias Toffoli. Além disso, vamos falar sobre as quatro indicações do filme O Agente Secreto ao Oscar.

Humor e raquetadas premiadas nas telas dos cinemas

Apesar do inacreditável bigodinho, Timothée Chalamet está brilhante em “Marty Supreme”. Foto: Divulgação

Timothée Chalamet ganhou o Globo de Ouro de melhor ator de comédia por seu papel em Marty Supreme, e, como o filme estreia nesta quinta-feira, vamos poder conferir se foi merecido. Alerta de spoiler: foi. Mas não é tudo. Park Chan-Wook, o genial cineasta sul-coreano que nos deu OldBoy, vem com uma comédia de humor sombrio sobre a competitividade no mercado de trabalho. Temos ainda um thriller sobre o que pode acontecer quando (ou se) a inteligência artificial se tornar responsável pela Justiça. Confira todas as estreias e veja os trailers.

A tragédia que inspirou a tragédia

Jessie Buckley venceu o Globo de Ouro de melhor atriz de drama por sua atuação em “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet”. Foto: Divulgação

Consagrado no Globo de Ouro, estreia nesta quinta-feira Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, de Chloé Zhao, mostrando a tragédia que abalou a família de William Shakespeare e o inspirou a escrever uma das peças mais conhecidas de todos os tempos. Temos ainda a versão musical de O Beijo da Mulher Aranha e um thriller erótico LGBTQIA+. Confira todas as estreias e veja os trailers.

Cinema de risco a uma distância segura

Feres Fares vive um ator forçado a ser garoto-propaganda de um governo que não apoia. Foto: Divulgação

Ditadura e cinema (crítico) são sempre inimigos. Por isso um dos destaques nas estreias da semana, Águias da República trata do Egito, mas foi produzido (em segurança) pela Suécia. O filme retrata um ator famoso transformado a contragosto em garoto-propaganda do governo — e ele consegue tornar a própria situação ainda mais complicada. Há ainda um olhar excessivamente gringo sobre as mazelas da Amazônia e uma comédia surreal sobre uma namorada que também é eletrodoméstico. Confira todas as estreias.

Avatar troca ar e água por fogo

Oona Chaplin, de “Game of Thrones”, vive a vilã de “Avatar: Fogo e Cinzas”. Foto: Divulgação

James Cameron nos leva de volta a Pandora em Avatar: Fogo e Cinzas, terceira parte da orgia, digo, franquia de efeitos visuais iniciada em 2009. Como vimos nos filmes anteriores, Jake Sully (Sam Worthington) tornou-se um híbrido Na’vi, casou-se com Neytiri (Zoe Saldana), constituiu família e luta para proteger seu mundo adotivo da escória do universo: nós. Ou, mais precisamente, um complexo industrial-militar humano que quer explorar os recursos naturais de Pandora. Mas dessa vez os caras com 46 cromossomos não são os únicos vilões. Entra em cena o Povo das Cinzas, uma tribo Na’vi agressiva, cuja líder Varang (Oona Chaplin) não está nem aí para o “equilíbrio” de seu mundo. Como toda franquia calcada em efeitos visuais (ou pancadaria, ou acrobacias de carros, ou sustos etc.), acaba virando uma escalada. Cada filme tem que arrancar mais “ooooooh” da plateia para esta não perceber como o roteiro é raso.