Com apoio estatal bilionário, China avança da pesquisa à comercialização de BCIs
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Em paralelo à Neuralink, que se vende como pioneira das interfaces cérebro-computador (BCIs), a China já move sua indústria da pesquisa para a produção em escala comercial. Uma onda de startups avança impulsionada por um roteiro nacional que mira padronização e cadeia de suprimentos completa até 2030. Com forte apoio estatal, incluindo um fundo de 11,6 bilhões de yuans (cerca de R$ 8 bilhões), e custos de pesquisa mais baixos, o país já soma dezenas de ensaios e testes, como um implante sem fio que permitiu a um paciente paralisado controlar dispositivos sem ferramentas externas. Por ora, o foco segue médico, mas a aposta é de crescimento acelerado e, no longo prazo, de integração mais profunda entre cérebro e Inteligência Artificial (IA). (TechCrunch)






























