Impacto econômico de guerras é mais persistente que o de desastres naturais, indica FMI; Banco Mundial projeta desaceleração do PIB brasileiro
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O FMI divulgou um estudo mostrando que as guerras causam perdas econômicas que podem durar mais de uma década, com perdas de produção que superam as de crises financeiras ou grandes desastres naturais. Em média, países que enfrentam combates em seus territórios registram uma queda de 7% no PIB em cinco anos. O levantamento ocorre em um momento em que os conflitos ativos no mundo atingem o maior nível desde o fim da Segunda Guerra Mundial, afetando quase metade da população global. Embora o relatório oficial só saia na próxima terça-feira, a diretora-gerente Kristalina Georgieva já adiantou que o Fundo deve cortar as previsões de crescimento mundial e elevar as de inflação. (g1)
Enquanto isso, o Banco Mundial projeta que a economia brasileira deve desacelerar e o PIB crescer 2,2% em 2026, abaixo dos 2,8% do ano passado. O relatório aponta que os juros elevados e o espaço fiscal limitado anulam os benefícios dos preços favoráveis das commodities. Em contrapartida, a Argentina é vista como o destaque positivo da região, com previsão de alta de 3,6% no PIB. Para o organismo, o ajuste fiscal e as reformas de Javier Milei conseguiram ancorar as expectativas e reduzir o risco país, enquanto o Brasil segue com dificuldades no endividamento das famílias. (g1)






























