Anderson Torres quer acareação com Freire Gomes e Baptista Júnior

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Após a divulgação dos depoimentos de comandantes das Forças Armadas revelando a participação do ex-ministro da Justiça Anderson Torres em reuniões golpistas, sua defesa vai solicitar à Polícia Federal que ele seja ouvido novamente ou até uma acareação com os oficiais. “O ex-ministro da Justiça, citado de modo genérico e vago por duas testemunhas, esclarece que houve grande equívoco nos depoimentos prestados. Nesse sentido, vai requerer nova oitiva e eventual acareação, além de outras providências necessárias à elucidação do caso. Anderson Torres mantém sua postura cooperativa com as investigações e seu compromisso inegociável com a democracia”, afirmou em nota o advogado Eumar Novacki. O general Marco Antônio Freire Gomes, então comandante do Exército, e o brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Junior, comandante da Aeronáutica à época, disseram aos investigadores que Torres esteve presente a ao menos um desses encontros e que atuava “explanando o suporte jurídico para as medidas que poderiam ser adotadas”. Em janeiro do ano passado, uma minuta golpista foi apreendida na casa dele. (Globo)

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