EUA aumentam tarifas sobre US$ 18 bilhões em importações chinesas

Receba notícias todo dia no seu e-mail.

Assine agora. É grátis.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, determinou o aumento de tarifas sobre importações chinesas. Os produtos afetados incluem semicondutores, baterias, painéis solares e minerais estratégicos. Haverá ainda sobretaxa sobre carros elétricos, além de aço e alumínio, produtos médicos e guindastes portuários. As medidas devem afetar cerca de US$ 18 bilhões em importações anuais na China, segundo a Casa Branca. Em um comunicado, Biden citou ainda “riscos inaceitáveis” para a “segurança econômica” do país, como as práticas chinesas consideradas injustas pelo governo americano. Esse é o pacote de medidas protecionistas mais abrangente já adotado pela administração Biden, em uma tentativa de fortalecer a indústria nacional em plena corrida eleitoral. (O Globo)

PUBLICIDADE

Já a Conselheira Econômica Nacional da Casa Branca, Lael Brainard, disse que “a China utiliza mesmo ‘manual’ de antes para impulsionar o seu próprio crescimento à custa de outros, continuando a investir, apesar do excesso de capacidade chinesa e da inundação dos mercados globais com exportações que estão subvalorizadas devido a práticas injustas”. No ano passado, o país importou US$ 427 bilhões em bens da China e exportou US$ 148 bilhões para a segunda maior economia do mundo. Essa lacuna comercial que persiste há décadas se tornou um assunto cada vez mais sensível no governo americano. (CNN)

No centro desta disputa também está a batalha entre as duas potências pela liderança mundial no mercado de chips. Nas últimas semanas, os EUA anunciaram bilhões em investimentos em empresas nacionais e estrangeiras para a fabricação de semicondutores no país. Ambos os países também anunciaram restrições em relação à importação da tecnologia. (O Globo)

Encontrou algum problema no site? Entre em contato.

Se você já é assinante faça o login aqui.

Fake news são um problema

O Meio é a solução.

Edições exclusivas para assinantes

Todo sábado você recebe uma newsletter com artigos apurados cuidadosamente durante a semana. Política, tecnologia, cultura, comportamento, entre outros temas importantes do momento.


R$15

Mensal

R$150

Anual
(economize 2 meses)
Edição de Sábado: 'O identitarismo promove uma sociedade conflituosa e hostil'
Edição de Sábado: Biden e a sombra de 1968
Edição de Sábado: Descriminalizou, e agora?
Edição de Sábado: Em nome delas
Edição de Sábado: Nova era dos extremos

Meio Político

Toda quarta, um artigo que tenta explicar o inexplicável: a política brasileira e mundial.


R$15

Mensal

R$150

Anual
(economize 2 meses)

Europa Centro-Oriental: Os jovens e a extrema direita

17/07/24 • 11:00

Os partidos de extrema direita da Europa Centro-Oriental estão observando atentamente a mobilização de um segmento inesperado de eleitores: os jovens adultos. Os programas partidários deixam isso evidente. O partido Revival da Bulgária condena o “monstruoso colapso demográfico” do país e propõe “ações direcionadas a fim de criar incentivos para que os jovens búlgaros” lá permaneçam ou retornem ao país em vez de trabalharem no exterior. A Alliance for the Union of Romanians (Aliança para a União dos Romenos) afirma que “a Romênia deve deixar de ser uma grande exportadora de mão de obra barata” e que “seu estatuto garante o acesso de jovens às estruturas de liderança do partido, em todos os níveis, em proporções significativas”. O Homeland Movement da Croácia solicita que o Estado realize uma “revitalização demográfica” oferecendo aos jovens incentivos para que permaneçam na Croácia, tais como subsídios para moradia e programas de benefícios profissionais. A ala jovem do Estonian Conservative People’s Party (Partido Popular Conservador da Estônia — EKRE), conhecida como Blue Awakening (Despertar Azul), é responsável por apresentar aos jovens valores nacionalistas e uma visão de mundo conservadora, oferecendo-lhes a oportunidade de serem socialmente ativos e influenciarem a política do Estado estoniano, expandindo seus horizontes em questões sociais e proporcionando aos membros a possibilidade de criarem laços de amizade com pessoas de opiniões semelhantes. O Our Homeland Movement (MHM) da Hungria detalha um programa de um novo despertar “no qual os jovens não sonham com o trabalho e a vida no exterior”. A preocupação da extrema direita com o iminente colapso demográfico intensificou os esforços para conquistar o coração e a mente dos jovens eleitores.

Sala secreta do #MesaDoMeio

Participe via chat dos nossos debates ao vivo.


R$15

Mensal

R$150

Anual
(economize 2 meses)

Outras vantagens!

  • Entrega prioritária – sua newsletter chega nos primeiros minutos da manhã.
  • Descontos nos cursos e na Loja do Meio

R$15

Mensal

R$150

Anual
(economize 2 meses)