Cresce número de trabalhadores ocupados com ensino superior completo no Brasil

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A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE, divulgou nesta sexta-feira um módulo dos seus dados sobre número de trabalhadores ocupados com ensino superior completo – e ele vem crescendo no país. Em 2023, de um total de 100,7 milhões de trabalhadores ocupados, 23,1% (23,2 milhões) tinham ensino superior completo. É o maior percentual da série histórica, medida desde 2012, quando o índice era de 22,4%. Em 2012, a proporção de ocupados com ensino superior completo era de 14,1%, com 12,6 milhões de pessoas nesse grupo. “Há, sim, um aumento da escolarização da população como um todo e, em particular, das pessoas ocupadas”, afirma Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE. (Folha)

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Europa Centro-Oriental: Os jovens e a extrema direita

17/07/24 • 11:00

Os partidos de extrema direita da Europa Centro-Oriental estão observando atentamente a mobilização de um segmento inesperado de eleitores: os jovens adultos. Os programas partidários deixam isso evidente. O partido Revival da Bulgária condena o “monstruoso colapso demográfico” do país e propõe “ações direcionadas a fim de criar incentivos para que os jovens búlgaros” lá permaneçam ou retornem ao país em vez de trabalharem no exterior. A Alliance for the Union of Romanians (Aliança para a União dos Romenos) afirma que “a Romênia deve deixar de ser uma grande exportadora de mão de obra barata” e que “seu estatuto garante o acesso de jovens às estruturas de liderança do partido, em todos os níveis, em proporções significativas”. O Homeland Movement da Croácia solicita que o Estado realize uma “revitalização demográfica” oferecendo aos jovens incentivos para que permaneçam na Croácia, tais como subsídios para moradia e programas de benefícios profissionais. A ala jovem do Estonian Conservative People’s Party (Partido Popular Conservador da Estônia — EKRE), conhecida como Blue Awakening (Despertar Azul), é responsável por apresentar aos jovens valores nacionalistas e uma visão de mundo conservadora, oferecendo-lhes a oportunidade de serem socialmente ativos e influenciarem a política do Estado estoniano, expandindo seus horizontes em questões sociais e proporcionando aos membros a possibilidade de criarem laços de amizade com pessoas de opiniões semelhantes. O Our Homeland Movement (MHM) da Hungria detalha um programa de um novo despertar “no qual os jovens não sonham com o trabalho e a vida no exterior”. A preocupação da extrema direita com o iminente colapso demográfico intensificou os esforços para conquistar o coração e a mente dos jovens eleitores.

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