Presidentes de PSDB, Cidadania e MDB apontam Tebet candidata
A senadora Simone Tebet (MDB-MS) foi apontada candidata de consenso à presidência da República pelos presidentes de seu próprio partido, Baleia Rossi, do PSDB, Bruno Araújo, e do Cidadania, Roberto Freire. A indicação, porém, não é oficial, pois precisa ser referendada pelas Executivas Nacionais das três legendas, que devem se reunir separadamente na próxima terça-feira. Entre os tucanos, há ainda a questão do ex-governador João Doria, que venceu as prévias do partido e, como conta Gerson Camarotti, insiste que não vai desistir da candidatura, a despeito da pressão interna. (g1)
Bolsonaro processa Moraes, que presidirá TSE nas eleições
O presidente Jair Bolsonaro (PL) protocolou uma notícia-crime no Supremo Tribunal Federal (STF) contra um ministro da própria Corte, Alexandre de Moraes, a quem acusa de abuso de autoridade. Ele questiona a decisão do ministro de incluí-lo no inquérito das fake news mesmo depois de a Polícia Federal concluir que não houve crime no vazamento de informações sobre uma investigação de ataque hacker ao TSE. Veja a íntegra da notícia-crime. Alexandre de Moraes será o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições de outubro. (Poder360)
Doria ameaça ir ao TSE contra um PSDB sob risco de implosão
Os advogados do ex-governador João Doria pretendem recorrer já ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra qualquer decisão que ameace a candidatura dele tomada na reunião do PSDB marcada para hoje. O presidente do partido, Bruno Araújo, convocou o encontro da Executiva Nacional mais as bancadas na Câmara e no Senado após Doria divulgar uma carta em que classificou como golpe a contratação de pesquisas para escolher um candidato único de PSDB, Cidadania e MDB. (Estadão)
Doria acusa cúpula tucana de golpe e racha terceira via
A negociação para uma candidatura única com MDB e Cidadania ampliou a crise no PSDB ao longo do fim de semana. No sábado, o ex-governador João Doria, que venceu as prévias do partido, enviou uma carta ao presidente da legenda, Bruno Araújo, classificando como golpe a iniciativa de contratar pesquisas de opinião para decidir o candidato. “Apesar de termos vencido legitimamente as prévias, as tentativas de golpe continuaram acontecendo”, escreveu. Em resposta, Araújo convocou para amanhã uma reunião da Executiva Nacional tucana, mais as bancadas no Congresso. Segundo fontes, ele vai tentar formar uma maioria contra o ex-governador. (CNN Brasil)
Fachin: Quem cuida da eleição são as forças desarmadas
A paciência do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, parece ter chegado ao limite. Ontem, ele deu uma declaração dura, afirmando que “quem trata da eleição são as forças desarmadas”. A fala veio após nova onda de ameaças feitas pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) e a rejeição pelo TSE de sugestões apresentadas pelos militares para mudanças no sistema eleitoral, muitas delas espelhando ideias do chefe do Executivo. “Além disso, a contribuição (das Forças Armadas) que se pode fazer é de acompanhamento do processo eleitoral”, disse Fachin. “E, portanto, as eleições dizem respeito à população civil que de maneira livre e consciente escolhe seus representantes.” (Folha)
Mais um ministro bolsonarista promete privatizar Petrobras
O novo ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, pedirá estudos ao governo sobre como privatizar a Petrobras e a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) — estatal responsável por gerir os contratos da União no pré-sal. Este será, ele diz, seu primeiro ato no cargo. Defendeu também que se avance na privatização da Eletrobras com medidas prioritárias a serem aprovadas pelo Congresso. A indicação de Sachsida acontece em meio à insatisfação do presidente Jair Bolsonaro (PL) com os reajustes nos preços dos combustíveis, que teriam motivado a troca de comando do ministério. Sachsida substituiu nesta quarta-feira Bento Albuquerque, exonerado ontem. (Poder360)
STF une investigações de ataque de Bolsonaro às eleições e das milícias digitais
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo, determinou ontem que os ataques feitos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral devem ser investigados em conjunto com o inquérito da suposta milícia digital que atua contra a democracia. Em fevereiro, Moraes já havia autorizado a Polícia Federal a usar provas sobre o vazamento por Bolsonaro de uma investigação sigilosa no TSE no inquérito das milícias digitais. A unificação destes inquéritos atende a um pedido da Procuradoria-Geral da República. (CNN Brasil)
TSE rejeita sugestões de militares para eleições
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou ontem ter rejeitado as novas sugestões das Forças Armadas para mudanças no processo eleitoral já para o pleito deste ano. Segundo a equipe técnica da Corte, os militares confundem conceitos e erram cálculos quando apontam riscos inexistentes nos testes de integridade das urnas eletrônicas. Das sete sugestões enviadas pelas Forças Armadas, quatro já estão implementadas ou previstas em lei. As outras três foram rejeitadas. Uma delas recomendava apuração paralela nos TREs, o que já ocorre. O TSE também nega que exista uma “sala secreta”, como constantemente insinua sem provas o presidente Jair Bolsonaro (PL). O presidente da Corte, ministro Edson Fachin, afirmou que a Justiça Eleitoral tem historicamente assegurado a “realização de eleições íntegras em nosso país”. (Folha)
Bolsonaro é o 1º desde o real a deixar salário-mínimo menor
Caso não se reeleja, Jair Bolsonaro (PL) será o primeiro presidente desde a implantação do real a deixar o salário mínimo com um poder de compra menor, descontada a inflação, do que o de quando quando chegou ao governo. Segundo a corretora Tullett Prebon Brasil, que fez o cálculo, a perda será de pelo menos 1,7%, caso a alta nos preços de estabilize. (Globo)
Bolsonaro: “militares não serão espectadores da eleição”
Em mais um ataque à credibilidade do processo eleitoral brasileiro, o presidente Jair Bolsonaro (PL) disse na live semanal que seu partido vai contratar uma ‘empresa de ponta’ para fazer auditoria das eleições de outubro, e que esse trabalho não aconteceria depois da votação. “Se antes das eleições, daqui a 30, 40 dias, (a empresa) chegar à conclusão que, dado o que já foi feito até o momento para melhor termos umas eleições livres de qualquer suspeita de ingerência externa, ela dizer (sic) que é impossível auditar e não aceitar fazer o trabalho. Olha a que ponto vamos chegar”, afirmou. Bolsonaro disse ainda que os militares “não vão fazer papel de chancelar apenas o processo eleitoral, participar como espectadores do mesmo”. (Metrópoles)