O Meio utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar sua experiência. Ao navegar você concorda com tais termos. Saiba mais.

As notícias mais importantes do dia, de graça

Pedro Doria

Diretor de jornalismo do Meio. É também figura fácil no Twitter e Instagram. Colunista de O Globo, O Estado de S. Paulo e da CBN. Foi editor-executivo do Globo e editor-chefe de digitais do Estadão, além de colunista da Folha de S. Paulo. Knight Fellow pela Universidade de Stanford. É autor de oito livros, a maioria sobre história do Brasil.

Assine para ter acesso básico ao site e receber a News do Meio.

O erro das democracias liberais

No Pedro+Cora do dia 18 de junho de 2026, os jornalistas Pedro Doria e Cora Rónai comentam o verdadeiro significado de uma democracia. No papo, falam sobre a ilusão das eleições, os países que vivem em ditaduras e como se organizam e as falhas e acertos de democracias liberais.

Você não é isentão

Deixa eu te fazer uma pergunta. Você está cansado de política? Você às vezes vê um vídeo, ou uma postagem qualquer no Zap, em alguma rede, e tem vontade de comentar — aí hesita. Pensa em tudo que vai ouvir. Melhor não. Você já percebeu o jogo, né? Se você critica um lado, decidem que você é do outro. Se critica os dois, é isentão. Sobra calar a boca. E aí você acha que é só você. Não é — e isso é uma coisa que a maior parte das pessoas como você não tem como enxergar.

Sequestraram a sua política

Metade do Brasil sequestrou nossa política. É isso. Este é o tamanho real da nossa polarização. Se, uma pesquisa após a outra, você abre e vê sempre os mesmos dois sujeitos disputando a corrida lá em cima e quaisquer outros candidatos estão na batalha pra botar o pescoço acima dos 5%, a razão é essa. Metade do Brasil sequestrou nossa política. E a outra metade não consegue fugir disso. Existe uma polarização? Claro que existe. Mas ela não é uma coisa tipo metade dos brasileiros vestem amarelo, a outra metade veste vermelho. Não. Os polarizados são 52%. É o que a pesquisa diz: 26% de lulistas convictos, Luiz Inácio é nosso líder e não enxergo outro para liderar a nação. Assim como são 26% os que retrucam, Jair Bolsonaro é nosso líder, jamais houve presidente como ele, jamais haverá, eu sou é Flávio. E a outra banda do Brasil, os 48% que não têm este apego? Bem, estão divididos demais e não conseguem reagir a este xeque-mate.

O Pix e a representação do Brasil

No Ponto de Partida React desta sexta-feira, Pedro Doria responde às mensagens da audiência do Meio sobre o Pix, o ataque americano ao sistema de pagamento brasileiro, as periferias do Brasil e a corrida eleitoral.

O que o novo Claude é capaz de fazer?

No Pedro+Cora do dia 11 de junho de 2026, os jornalistas Pedro Doria e Cora Rónai comentam o lançamento do Claude Fable 5 e Claude Mythos 5. No papo, falam sobre a diferença entre os dois novos modelos de linguagem da Anthropic, as possibilidades que esses agentes de IA podem executar e como usar e operar da melhor forma cada um deles.

Flávio perdeu o argumento

O escândalo Vorcaro não tirou de Flávio Bolsonaro um eleitor que importasse. E mesmo assim pode ter encerrado a candidatura dele. Parece contradição? Não é. Mas a questão é a seguinte: temos agora seis meses de pesquisas eleitorais acumuladas, uma certa estabilização a respeito dos candidatos. Se você não deseja a eleição do presidente Lula, me permita antecipar uma informação. Os indícios de que alguém possa ultrapassar Flávio Bolsonaro e disputar o segundo turno contra o PT são zero. Não tem qualquer sinal de que algo assim possa acontecer. Enquanto isso, os indícios de que Flávio tenha alguma chance de vencer o presidente Lula num segundo turno são cada vez mais baixos.

Eduardo quer entregar o seu PIX

Sabe o que a família Bolsonaro não entende? Ela não entende o que é ser da periferia urbana. Não me entendam mal. Um bom pedaço do governo Lula também não tem qualquer ideia sobre o que é ser periférico. Mas isso não quer dizer que, no mundo político, não tenha gente que entenda este universo bastante bem. Tem, sim. Nikolas Ferreira, o deputado mineiro, entende. Tabata Amaral, a deputada paulista, também entende. Eles são periféricos. E isso afeta profundamente a comunicação em tempo eleitoral.

Consumir é pertencer?

O que o seu poder de compra diz sobre quem você é na sociedade brasileira? No Ponto de Partida React desta sexta (6), Yasmim Restum e Pedro Doria conversam sobre sobre identidade e pertencimento social a partir do consumo e como isso impacta a política.

A IA vai criar seu próximo vídeo?

No Pedro+Cora do dia 4 de junho de 2026, os jornalistas Pedro Doria e Cora Rónai debatem sobre as novas possibilidades do uso de IA generativa para criação de vídeos. No papo, falam sobre o contraste entre criatividade humana e a IA como um artifício de criação, as ferramentas do Claude e outros modelos de linguagem para desenvolvimento de projetos, além das utilidades da inteligência artificial para trabalhos criativos.

Ou Lula, ou Bolsonaro

Estamos entrando na terceira campanha presidencial com o Brasil sequestrado pela dicotomia entre Lula e Bolsonaro. 2018, 2022, e agora 2026. De um lado, Lula. Do outro, Bolsonaro — ou quem o bolsonarismo ungir pra carregar a bandeira. Oito anos preso na mesma gangorra. E a cada eleição aquela sensação de que o país é obrigado a escolher entre dois mundos que mal se falam.