Isentão ou incompreendido?
Você já engoliu a seco uma opinião política durante um almoço só para evitar o desgaste e manter a harmonia? Se sim, saiba que você não está sozinho. No Ponto de Partida React desta sexta (19), Yasmim Restum confronta Pedro Doria com os comentários de vocês para que ele analise a realidade da maioria silenciosa no Brasil — que soma quase 70% dos eleitores e que recusa extremos ideológicos, mas se vê sufocada pela polarização.
O avanço do caso Master
Neste episódio do Não é Bem Assim, Pedro Doria, Manuel Thedin, Márcio Fortes e Pedro Paulo Magalhães analisam os novos capítulos do caso Banco Master e as investigações que começam a atingir figuras importantes da política nacional.
O erro das democracias liberais
No Pedro+Cora do dia 18 de junho de 2026, os jornalistas Pedro Doria e Cora Rónai comentam o verdadeiro significado de uma democracia. No papo, falam sobre a ilusão das eleições, os países que vivem em ditaduras e como se organizam e as falhas e acertos de democracias liberais.
Você não é isentão
Deixa eu te fazer uma pergunta. Você está cansado de política? Você às vezes vê um vídeo, ou uma postagem qualquer no Zap, em alguma rede, e tem vontade de comentar — aí hesita. Pensa em tudo que vai ouvir. Melhor não. Você já percebeu o jogo, né? Se você critica um lado, decidem que você é do outro. Se critica os dois, é isentão. Sobra calar a boca. E aí você acha que é só você. Não é — e isso é uma coisa que a maior parte das pessoas como você não tem como enxergar.
Sequestraram a sua política
Metade do Brasil sequestrou nossa política. É isso. Este é o tamanho real da nossa polarização. Se, uma pesquisa após a outra, você abre e vê sempre os mesmos dois sujeitos disputando a corrida lá em cima e quaisquer outros candidatos estão na batalha pra botar o pescoço acima dos 5%, a razão é essa. Metade do Brasil sequestrou nossa política. E a outra metade não consegue fugir disso. Existe uma polarização? Claro que existe. Mas ela não é uma coisa tipo metade dos brasileiros vestem amarelo, a outra metade veste vermelho. Não. Os polarizados são 52%. É o que a pesquisa diz: 26% de lulistas convictos, Luiz Inácio é nosso líder e não enxergo outro para liderar a nação. Assim como são 26% os que retrucam, Jair Bolsonaro é nosso líder, jamais houve presidente como ele, jamais haverá, eu sou é Flávio. E a outra banda do Brasil, os 48% que não têm este apego? Bem, estão divididos demais e não conseguem reagir a este xeque-mate.
O Pix e a representação do Brasil
No Ponto de Partida React desta sexta-feira, Pedro Doria responde às mensagens da audiência do Meio sobre o Pix, o ataque americano ao sistema de pagamento brasileiro, as periferias do Brasil e a corrida eleitoral.
O que o novo Claude é capaz de fazer?
No Pedro+Cora do dia 11 de junho de 2026, os jornalistas Pedro Doria e Cora Rónai comentam o lançamento do Claude Fable 5 e Claude Mythos 5. No papo, falam sobre a diferença entre os dois novos modelos de linguagem da Anthropic, as possibilidades que esses agentes de IA podem executar e como usar e operar da melhor forma cada um deles.
Flávio perdeu o argumento
O escândalo Vorcaro não tirou de Flávio Bolsonaro um eleitor que importasse. E mesmo assim pode ter encerrado a candidatura dele. Parece contradição? Não é. Mas a questão é a seguinte: temos agora seis meses de pesquisas eleitorais acumuladas, uma certa estabilização a respeito dos candidatos. Se você não deseja a eleição do presidente Lula, me permita antecipar uma informação. Os indícios de que alguém possa ultrapassar Flávio Bolsonaro e disputar o segundo turno contra o PT são zero. Não tem qualquer sinal de que algo assim possa acontecer. Enquanto isso, os indícios de que Flávio tenha alguma chance de vencer o presidente Lula num segundo turno são cada vez mais baixos.
Eduardo quer entregar o seu PIX
Sabe o que a família Bolsonaro não entende? Ela não entende o que é ser da periferia urbana. Não me entendam mal. Um bom pedaço do governo Lula também não tem qualquer ideia sobre o que é ser periférico. Mas isso não quer dizer que, no mundo político, não tenha gente que entenda este universo bastante bem. Tem, sim. Nikolas Ferreira, o deputado mineiro, entende. Tabata Amaral, a deputada paulista, também entende. Eles são periféricos. E isso afeta profundamente a comunicação em tempo eleitoral.
Consumir é pertencer?
O que o seu poder de compra diz sobre quem você é na sociedade brasileira? No Ponto de Partida React desta sexta (6), Yasmim Restum e Pedro Doria conversam sobre sobre identidade e pertencimento social a partir do consumo e como isso impacta a política.