Lemann, Telles e Sicupira passam a deter 49,2% da Americanas
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Os sócios de referência da Americanas, o trio de bilionários Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, e os afiliados deles passaram a deter 49,2% da companhia após o aumento de capital aprovado em maio. Em janeiro de 2023, quando a fraude contábil foi revelada, os acionistas de referência detinham cerca de 30% do capital social. A nova composição acionária mostra os credores com 47,6% e os demais acionistas respondendo por 3,2%. Pelo acordo feito durante as negociações de recuperação judicial, R$ 24 bilhões seriam injetados na companhia – metade vindo dos acionistas de referência e a outra metade de credores, convertendo créditos a receber em ações. De acordo com informações públicas do processo de recuperação judicial, a varejista devia quase R$ 20 bilhões aos maiores bancos do país. (UOL)
Os executivos envolvidos no esquema de fraude na Americanas tinham um grupo no WhatsApp para falar do assunto, segundo a Polícia Federal e o Ministério Público Federal. O grupo se autodenominava “G30” e contava com cerca de 40 pessoas. Os temas relacionados à fraude foram discutidos por anos, muito antes da descoberta do esquema, conta Malu Gaspar. Os participantes teriam ficado aflitos quando Miguel Gutierrez, ex-CEO da empresa, deixou o comando da Americanas. Autoridades investigam reuniões que teriam acontecido em uma sala distante de onde a diretoria normalmente trabalhava. Esse espaço era chamado por eles de “sala blindada”, onde os vestígios do crime financeiro eram apagados. (Globo)






























