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As notícias mais importantes do dia, de graça

Giullia Chechia

Criadora de conteúdo multimídia do Meio. Responsável pelo No Pé do Ouvido, a newsletter em versão podcast, e outras invenções. Jornalista formada pela Cásper Líbero, com passagens por veículos como Jovem Pan, BandNews TV e Rádio Gazeta. Mergulha nos estudos sobre a política nacional e jamais despreza uma boa prosa, café puro e piadas ruins.

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O que pensam os marqueteiros de Romeu Zema e Ronaldo Caiado?

O que está em jogo nas eleições de 2026? Como quebrar a polarização e conquistar o eleitorado? Neste corte do Conversas com o Meio, os marqueteiros Renato Pereira e Paulo Vasconcelos analisam os bastidores da disputa presidencial e revelam as estratégias para as campanhas de seus clientes, os pré-candidatos à presidência Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).

O escândalo em torno de Flávio Bolsonaro e a resiliência do eleitorado

O escândalo envolvendo o Banco Master colocou a candidatura de Flávio Bolsonaro em xeque? Neste corte do Conversas com o Meio, o cientista político Jairo Nicolau analisa o impacto das denúncias na carreira política do senador e debate a resiliência do eleitorado diante de crises que afetam a família Bolsonaro. Assine o Meio Premium para ver completo!

Zanin, a pedra no sapato da dosimetria

Nos bastidores da posse do ministro Kassio Nunes Marques na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e de André Mendonça na vice, o principal assunto nas rodas de conversa entre parlamentares e lideranças da oposição era a suspensão da dosimetria. Em off, interlocutores que dialogaram com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmaram que hoje há maioria na Corte para manter a lei, e que o próprio relator, Alexandre de Moraes, está articulando para sustentar esse entendimento. A avaliação é de que o ministro com maior resistência (e potencial para abrir divergência, votando contra e tentando influenciar outros colegas) seria Cristiano Zanin. Ainda assim, segundo essas fontes, "as conversas ainda estão acontecendo".

Meio/Ideia: Mais da metade dos brasileiros culpa bets por dívidas e vício

As bets representam hoje a maior pauta moral-econômica do país, concentrando forte apelo social e potencial de disputa política. É o que revela a pesquisa Meio/Ideia de maio, que mostra uma percepção majoritariamente negativa dos brasileiros sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado em expansão.

Meio/Ideia: 51% do eleitorado ainda pode mudar de candidato até outubro

Com o fim da janela partidária e as pré-candidaturas à Presidência da República mais definidas, a pesquisa Meio/Ideia de abril, divulgada nesta quarta-feira, 8, revela que a maioria dos eleitores brasileiros está aberta à possibilidade de mudar de voto: 51,4% dos entrevistados declararam que ainda podem mudar de candidato até outubro.

Meio/Ideia: Caso Master prejudica a credibilidade do STF

A terceira rodada da pesquisa Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira, revela que a maioria dos brasileiros ainda não tem conhecimento claro sobre o escândalo do Banco Master, que envolve membros dos Três Poderes. No levantamento, apenas 48% dos entrevistados dizem conhecer o caso; 30% afirmam que talvez tenham tomado conhecimento, mas não têm certeza; e 22% alegam não conhecer o caso.

O contra-ataque do setor produtivo à PEC do 6×1

Sob o título de “Manifesto pela modernização da jornada de trabalho no Brasil”, uma articulação do setor produtivo ganhou corpo em Brasília. O documento assinado por cem entidades foi levado a deputados nesta terça-feira durante um almoço na Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Entre os signatários, associações que costumam ditar o tom do debate econômico: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP).

Oposição na Câmara sinaliza apoio ao fim da escala 6×1

A oposição na Câmara dos Deputados decidiu encampar o fim da escala 6x1, pauta que desponta como a principal aposta do governo Lula (PT) no Legislativo para este ano eleitoral. O movimento foi confirmado pelo líder do bloco, Cabo Gilberto Silva (PL), que ponderou, entretanto, que o apoio não será irrestrito. A estratégia da base opositora é propor a aprovação da medida em "termos próprios": a implementação da jornada 5x2, permitindo a realocação das horas da estrutura anterior. Para viabilizar esse consenso, Silva sugere agregar as quatro propostas que já tramitam na Casa em um texto único. O Executivo, por sua vez, também pretende enviar um projeto unificador logo após o Carnaval.

Além do MAGA: o mosaico que forma a base eleitoral de Trump

Foto: Takayuki Fuchigami / The Yomiuri Shimbun via AFP

Donald Trump não formou uma seita, mas uma coalizão. Essa é a premissa da pesquisa Além do MAGA: Um Perfil da Coalizão Trump (íntegra), divulgada pelo instituto More in Common nesta terça-feira, data que marca um ano do início de seu segundo mandato como presidente dos Estados Unidos. O estudo desmonta a ideia de uma base homogênea ao mapear quem, afinal, levou Trump de volta à Casa Branca em 2024. Também elucida como visões de mundo distintas coexistem sob o mesmo guarda-chuva eleitoral.

Pesquisa Meio Ideia: Brasil chega a 2026 dividido sobre a permanência de Lula

A pesquisa Meio Ideia, divulgada nesta terça-feira, 13, revela um país dividido sobre a permanência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Palácio do Planalto após as eleições deste ano. Questionados se o presidente merece continuar no cargo, 46,9% dos entrevistados responderam que sim, enquanto 50% disseram que não. Outros 3,1% afirmaram não saber. Para Mauricio Moura, fundador do Ideia, essa é a pergunta que melhor reflete o estado de espírito da disputa presidencial de 2026, expondo uma margem de manobra bastante estreita para as campanhas. "Aí tem uma notícia boa e uma ruim para o presidente Lula. A ruim é que ele terá que reconquistar esses 3%. A briga pelos 3% será fundamental. A notícia boa é que um presidente concorrendo à reeleição tende, naturalmente, a melhorar sua avaliação por questões de entrega e exposição. A notícia ruim é que, dessa vez, o teto de melhora é muito pequeno", analisa. Esse contingente equivale a um grupo de 4 a 5 milhões de eleitores.