Pedro Doria

Editor-chefe do Meio. É também figura fácil no Twitter e Instagram. Colunista de O Globo, O Estado de S. Paulo e da CBN. Foi editor-executivo do Globo e editor-chefe de digitais do Estadão, além de colunista da Folha de S. Paulo. Knight Fellow pela Universidade de Stanford. É autor de oito livros, a maioria sobre história do Brasil.

Lula mete o pé na porta

Tem um aspecto sobre a atuação do presidente Lula na Companhia Vale e depois da Petrobras que talvez não esteja claro para todo mundo. Porque a notícia parece de economia, não é? Só que não é. É uma história de política, de concepção de democracia, de ideia que se faz de como o mundo funciona. E Lula está atropelando tudo muito mais do que devia. Está cruzando linhas que não se cruza.

“Carta de 1824 era moderna num país atrasado”, diz Christian Lynch

Nos 200 anos da Constituição de 1824, a primeira - e mais longeva - Carta Magna do Brasil, o editor-chefe do Meio, Pedro Doria, recebe o cientista político e colunista Christian Lynch, que explica o contexto do país naquele quadra histórica de revoluções e independências no Novo Mundo. Os dois passam também pelo processo de revoltas pós-napoleônicas na península ibérica e como as concepções ideológicas do período influenciaram nos textos normativos brasileiros.

Extrema direita ganha terreno em meio a polêmicas do governo Lula

Com a maior bancada da Câmara, o PL garantiu o comando de três comissões da maior importância no funcionamento da Casa. Caroline de Toni, Nikolas Ferreira e Alberto Fraga, próceres do bolsonarismo, já começaram a pautar projetos da oposição nas suas respectivas comissões. No #MesadoMeio desta terça (12), Pedro Doria, Mariliz Pereira Jorge e Wilson Gomes comentam o que representa esse avanço da extrema direita para o Parlamento brasileiro, além das consequências às quais o país pode se submeter com a nova configuração da Casa. O trio comenta também as polêmicas em torno da distribuição de lucros da Petrobras e da ingerência do governo sobre a Vale, além do sumiço da princesa Kate.

O que querem os evangélicos?

É inevitável que a gente fale sobre evangélicos. Na verdade, mais do que isso. Temos duas pesquisas importantes sobre as quais conversar. Uma é da Quaest, a outra da Atlas. A primeira trata da queda da popularidade do presidente Lula e de seu governo, a segunda faz um retrato da polarização brasileira. Sim, a Atlas também mostrou queda de popularidade — todas as últimas mostraram. Mas como a Quaest foi a que ligou o alarme vermelho no Palácio do Planalto, porque, sim, ligou, vamos trabalhar com ela.

Chávez foi um Bolsonaro?

Quais são, afinal, as semelhanças entre o que aconteceu na Venezuela e o que poderia ter acontecido no Brasil sob Bolsonaro? São muitas. Qual o papel de Ciro Gomes no Plano Real? E por que o Pedro fica fazendo caretas?

Bolsonaro vai ser preso?

O cheiro é o seguinte: entre o finalzinho deste ano e o início de 2026, deveremos ter um desses julgamentos espetaculares do Supremo Tribunal Federal. Tipo o do Mensalão. O Brasil vai grudar na televisão por algumas semanas. Dá para chutar que vão tentar começar esse julgamento antes cedo do que tarde, porque o mandato de Luís Roberto Barroso como presidente do STF termina em setembro de 25 e ele gostaria de estar no comando. Para os réus, a diferença é nenhuma. Quem sucede Barroso é Edison Fachin e, embora um tanto mais discreto, em termos de cabeça ele e Barroso seguem a mesma linha.

“Bolsonaro queria vencer a eleição independente do resultado”, diz Rodrigo Maia

No Conversas com o Meio desta semana, Pedro Doria recebe o ex-deputado e ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para uma análise do passado, do presente e do futuro político brasileiro. Hoje na iniciativa privada, Maia diz que teve certeza que aconteceria um golpe em 2022, além de tecer críticas ao comportamento do presidente Lula (PT), que, em sua visão, alimenta a polarização, e prevê que a dualidade entre lulismo e bolsonarismo ainda será a fiel da balança para as eleições de 2026.

Brasil decide sobre maconha; França protege aborto na Constituição

No #MesaDoMeio desta terça (05), Pedro Doria, Mariliz Pereira Jorge e Christian Lynch se debruçam sobre dois casos que falam sobre direitos individuais. No Brasil, o STF retoma na quarta um julgamento que dura quase nove anos sobre a descriminalização do porte de maconha Longe de Brasília, em Paris, o parlamento francês aprovou com maioria esmagadora a inclusão do direito ao aborto entre os direitos fundamentais da população, na Carta Magna do país, e a França se tornou o primeiro Estado nacional a garantir constitucionalmente a interrupção da gravidez.

Elon Musk acusa a OpenAI de trair a humanidade

Elon Musk resolveu processar a OpenAI. Segundo o bilionário, a empresa de Sam Altman traiu os princípios que governavam a empresa. Vem com a gente que Pedro Doria e Cora Rónai explicam tudo pra você.

O Real mudou tudo

Deixa eu contar uma história pra vocês.