Mendonça retira barreiras de Toffoli no caso Master

Ministro reduz o grau de sigilo da investigação e libera PF para periciar todas as provas, mas diz que Daniel Vorcaro não precisa depor à CPMI do INSS. Já Alexandre de Moraes manda intimar presidente de associação de auditores da Receita que criticou atuação do STF. Irmão do rei Charles III passa 12 horas preso por ligações com o caso Epstein. Justiça declara inconstitucional projeto de “escola sem partido” de cidade paranaense. Lula critica concentração tecnológica e defende maior regulação de IA. E confira as dicas da agenda cultural para Rio e São Paulo.
Mendonça retira barreiras de Toffoli no caso Master
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Ministro reduz grau de sigilo da investigação e libera PF para periciar todas as provas, mas diz que Daniel Vorcaro não precisa depor à CPMI do INSS. Já Alexandre de Moraes manda intimar presidente de associação de auditores da Receita que criticou atuação do STF. Irmão do rei Charles III passa 12 horas preso por ligações com o caso Epstein. Justiça declara inconstitucional projeto de “escola sem partido” de cidade paranaense. Lula critica concentração tecnológica e defende maior regulação de IA. E confira as dicas da agenda cultural para Rio e São Paulo.
Ação do STF na Receita é criticada por parlamentares e por ministros da Corte

No Central Meio de hoje, Luiza Silvestrini, Flávia Tavares e Leonardo Pimentel conversam com o colunista do Meio e analista político Creomar de Souza sobre as reações à operação autorizada pelo STF na terça-feira, contra quatro auditores da Receita Federal, por suspeita de vazamento de dados dos ministros da Corte e de seus familiares. Ainda nesta edição: a repercussão do desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula na Sapucaí; E as estreias da semana no cinema e no streaming.
Ação do STF na Receita é criticada por parlamentares

Alexandre de Moraes determina operação da Polícia Federal para identificar acesso ilegal e vazamentos de dados de parentes de ministros do Supremo, mas até integrantes da Corte ficaram incomodados. Desfile homenageando Lula é considerado um desastre até dentro do governo; evangélicos se irritam com “família tradicional” enlatada. Viradouro e Mocidade Alegre são as campeãs do Carnaval do Rio e de São Paulo. Pentágono ameaça romper relações com Anthropic por termos de uso de IA. E confira as estreias desta quinta-feira nos cinemas.
Ação do STF na Receita é criticada por parlamentares
Decisão de Alexandre de Moraes sobre investigar vazamento de dados de ministros e familiares é alvo de críticas. Viradouro e Mocidade Alegre são as campeãs do Carnaval 2026. Extratos comprovam repasses milionários de Daniel Vorcaro para empresa de ministro Dias Toffoli. Lula veta supersalários na Câmara, no Senado e no TCU. Lucas Pinheiro Braathen ganha primeira medalha do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno. E nas estreias da semana, Daniel Day-Lewis volta às telas cheio de traumas. Essas e outras notícias, você escuta No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum.
Daniel Day-Lewis volta às telas cheio de traumas

Dois gênios britânicos brilham nos cinemas nesta quinta. Após um hiato de sete anos, Daniel Day-Lewis volta às telas dirigido pelo próprio filho em Anêmona. O roteiro, escrito pelos dois, conta a história de um militar traumatizado que vive como ermitão, até que o irmão aparece para tentar reaproximá-lo da mulher e do filho que ele abandonou há 20 anos. Já Emma Thompson, quem diria, vira heroína de ação ao encarnar uma viúva que descobre um sequestro em um ponto remoto e gelados dos Estados Unidos. Confira todas as estreias e veja os trailers.
Autoritarismo e gênero

A tendência atual de retrocesso democrático e autoritarismo pode também ser vista como um ataque a valores liberais como a igualdade de gênero. Líderes como Vladimir Putin, Viktor Orban e Recep Tayyip Erdogan chamaram a atenção da mídia por suas observações sexistas e declarações depreciativas sobre a “ideologia de gênero”. Essas figuras são frequentemente vistas como promotoras de uma reação ideológica contra as conquistas feministas das últimas décadas. O chauvinismo espontâneo de Orban, por exemplo, tem sido atribuído ao desejo de manter as mulheres fora da esfera pública e dentro da cozinha.
Edição de Sábado: Os sentidos da folia

Tempo é algo que se mede de forma diferente quando pensamos em Carnaval. Se hoje é oficialmente o primeiro dia de folia e tudo vai se acabar na quarta-feira, como lembra a icônica canção de Vinicius de Moraes e Tom Jobim, para quem tece a trama invisível que sustenta a maior festa popular do Brasil, a ideia de que o Carnaval é um evento de quatro dias é uma ficção burocrática. Uma ilusão conveniente para turistas e planilhas de prefeituras. Em 2026, ao tentar entender “o que significa brincar o Carnaval?”, a primeira resposta que emerge das vozes que constroem a folia — do chão de terra batida da Zona da Mata pernambucana aos camarotes climatizados de Salvador — é uma recusa radical à efemeridade.
Cadê os outros candidatos?

De Flávio Bolsonaro colando em Lula nas pesquisas de intenção de voto para um eventual segundo turno até os tropeços retóricos do presidente ao tentar dialogar com o público evangélico, a semana política deixou claro que a eleição de 2026 já começou. Apesar desse cenário de disputa se mostrar consolidado pelas pesquisas Meio/Ideia e Genial/Quaest, todos os candidatos não estão definidos, e o centro parece patinar, com nomes como Ratinho Júnior perdendo relevância por falta de campanha


