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Entre Centro e Centrão, o que é ser moderado?

O que é moderação para você? Centro e Centrão é a mesma coisa? Diante da ausência de uma via liberal para as Eleições 2026, Pedro Doria e Yasmim Restum conversam sobre o esvaziamento do centro político e também analisam a tentativa de Flávio Bolsonaro de se mostrar mais moderado, distanciando-se dos escândalos da política fluminense onde foi forjado. O que o diferencia — ou aproxima — de nomes como Ronaldo Caiado na disputa pelo espólio conservador do ex-presidente?

A Copa que o Brasil perdeu sozinho

A Copa de 2014 foi um divisor de águas no futebol mundial. Neste Meio de Campo, abrimos a caixa preta daquela Copa: o que aconteceu taticamente no 7 a 1?

A volta à Lua e o jogo de Trump contra o Irã

A missão Artemis II da Nasa fez história ao retornar à Lua após 53 anos – e a levar a primeira mulher, o primeiro negro e o primeiro canadense. Mas enquanto a Ciência celebra a diversidade, Donald Trump sacode a geopolítica na Terra: ameaça tirar os EUA da Otan, promete saída rápida do Irã e entra em rota de colisão com as negativas de Teerã sobre um cessar-fogo. No Brasil, Lula entra na discussão questionando a existência da bomba nuclear iraniana. Pedro Doria, Flávia Tavares, o professor de Relações Internacionais Paulo Velasco e o analista político Creomar de Souza avaliam o impacto dessa "guerra fria" moderna e as disputas eleitorais que fervilham no horizonte.

Erro humano? Saiba tudo sobre o vazamento do código-fonte do Claude Code

No Pedro+Cora do dia 2 de abril de 2026, os jornalistas Pedro Doria e Cora Rónai falam sobre o vazamento do código-fonte do Claude Code. No papo, revelam os verdadeiros problemas de tecnologia dentro das inteligências artificiais, o que realmente foi vazado e os impactos que isso pode causar para a Anthropic e histórias curiosas e interessantes sobre capivaras.

Artemis II dá o primeiro passo para nosso retorno à Lua

Foto: Jim Watson/AFP

Nave levando quatro astronautas vai entrar na órbita lunar e retornar à Terra, marcando a primeira missão da Nasa ao satélite em 53 anos. Irritado com Lula, Davi Alcolumbre ameaça retardar a confirmação de Jorge Messias para o STF. Preço do petróleo dispara após pronunciamento vazio de Trump sobre a guerra contra o Irã. Especialistas pressionam para que o Google proíba vídeos gerados por IA para crianças. E confira as estreias desta quinta-feira nos cinemas.

Artemis II dá primeiro passo para nosso retorno à Lua

Nasa faz história com lançamento da missão Artemis II rumo à Lua. Trump diz que guerra deve durar mais “duas ou três semanas”. Governo prepara MP para reduzir preço do diesel e programa para ajudar famílias endividadas. Erro humano expôs 500 mil linhas de código do Claude. Portugal aprova nova lei que restringe obtenção de cidadania. E nas estreias da semana, Kristen Stewart brilha em sua estreia como diretora. Essas e outras notícias, você escuta No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum.

Kristen Stewart brilha em sua estreia como diretora

Imogen Potts tem uma interpretação notável como a jovem nadadora que passa por abusos. Foto: Divulgação

Já foi o tempo em que Kristen Stewart era piada por conta de Crepúsculo. Com A Cronologia da Água, destaque nas estreias desta quinta-feira, ela se aventura como diretora e roteirista mostrando rara sensibilidade ao lidar com um caso real de abuso sexual. Por falar em Crepúsculo, Robert Pattinson estrela com Zendaya um filme que questiona se é bom realmente casais saberem tudo um sobre o outro. E, no clima do feriadão, há uma cota de filmes bíblicos. Confira todas as estreias e veja os trailers.

Acabou o Centro: 2026 será só briga

Nos últimos dias, um movimento extenso ocorreu. Gente dentro do PSDB, do Cidadania e do MDB acenou para o governador gaúcho Eduardo Leite. Queriam ele lá. O queriam candidato a presidente. Leite estava na competição com o governador goiano Ronaldo Caiado para ser o candidato do seu partido, o PSD. Ganhou Caiado, a coisa ficou solta. Na frustração, o movimento rolou. Ficou tudo em suspenso. Aí Leite fez o que tinha de fazer. Ligou para Caiado, lhe deu parabéns pela indicação. E, pela primeira vez desde 1989, o Brasil vai ter uma eleição presidencial sem candidato de Centro. Isso é um problema? É.

Lula, Flávio Bolsonaro, Caiado e Zema em campo

A eleição de 2026 começou de vez. Lula oficializou a reedição da chapa com Alckmin em meio a empate técnico com Flávio Bolsonaro. Caiado é oficialmente o candidato do PSD, e a janela partidária está aberta para alianças. No Central Meio de 1º de abril de 2026, o cientista político e professor da UFMG Bruno Wanderley Reis conversa com os jornalistas Flávia Tavares e Pedro Doria. Já a professora de Relações Internacionais da Unifesp Cristina Pecequilo analisa a política dos EUA no dia em que o presidente Trump declarou que o país deve deixar o conflito com o Irã.

O risco do radicalismo como normalidade

Foto: Joedson Alves / Anadolu via AFP

O Brasil está normalizando o radicalismo. Não o radicalismo de ideias — aquele que move transformações históricas e tem dignidade própria —, mas o radicalismo de postura: performático, calculado, alimentado pela lógica das redes sociais e pela economia da atenção. O problema não é apenas que esse fenômeno existe. É que ele passou a ser tratado por parcelas crescentes do eleitorado e da classe política como uma aposta legítima de poder. Quando o radicalismo deixa de ser exceção e vira método, a democracia não colapsa de uma vez — ela se esvazia por dentro. E o que se perde, antes de qualquer instituição, é a crença dos cidadãos comuns de que o sistema existe para protegê-los.