O Meio utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar sua experiência. Ao navegar você concorda com tais termos. Saiba mais.

As notícias mais importantes do dia, de graça

Assine para ter acesso básico ao site e receber a News do Meio.

Trump quer o fim do PIX?

No Pedro+Cora do dia 14 de abril de 2026, os jornalistas Pedro Doria e Cora Rónai falam sobre as questões do PIX e as revoltas das empresas de cartão de crédito dos Estados Unidos. No papo, falam sobre o símbolo de soberania nacional do PIX, a internacionalização desse tipo de transferência bancária imediata e histórias interessantes sobre o inicio da moeda móvel.

Relatório da CPI do Crime pede impeachment de ministros do STF e PGR

Foto: Antônio Augusto/STF

Segundo o texto, que será apresentado hoje, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Paulo Gonet cometeram crimes de responsabilidade na condução do caso do Banco Master. Alexandre Ramagem é preso pela imigração dos EUA, para onde fugiu antes de ser condenado por tentativa de golpe. Exposição a microplásticos em casas e carros é 100 vezes maior que o esperado. Mais de mil profissionais de Hollywood lançam manifesto contra fusão Paramount-Warner. Em memorando, OpenAI acusa rival Anthropic de inflar receitas.

Relatório da CPI do Crime pede impeachment de ministros do STF e PGR

Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Paulo Gonet cometeram crimes de responsabilidade na condução do caso do Banco Master, segundo texto que será apresentado hoje. Alexandre Ramagem é preso pela imigração dos EUA. Exposição a microplásticos em casas e carros é 100 vezes maior que o esperado. E mais de mil profissionais de Hollywood lançam manifesto contra fusão Paramount-Warner.

Como se derrota um ditador?

Tudo o que a gente aprendeu sobre crise democrática vai ser posto em teste agora, na Hungria. É isso que a derrota de Viktor Orbán quer dizer. Porque, vejam, vocês lembram daquele livro, Como as Democracias Morrem, escrito pelos professores Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, certo? Logo de cara, eles citavam dois países, dois governos, cujos líderes haviam de certa forma criado o jeito de matar democracias sem golpes, sem Exército. Matar por dentro. Um era o governo de Hugo Chávez, na Venezuela. O outro, ora, o governo de Viktor Orbán na Hungria. Um de esquerda, outro de direita. Ontem, domingo, Orbán perdeu as eleições. Seu partido, o Fidesz, tomou uma surra. Peter Magyar, líder da oposição, levou quase 70% das cadeiras do parlamento.

O fim do ‘método Orbán’?

No Central Meio de hoje, Pedro Doria e Luiza Silvestrini recebem o professor de Estudos Internacionais da Universidade de Oklahoma Fábio de Sá e Silva para uma análise sobre o significado e a repercussão mundial da derrota do primeiro ministro da Hungria Viktor Orbán nas eleições do país no fim de semana. Aliado político de Donald Trump, nos Estados Unidos, e de Vladmir Putin, na Rússia, Orbán liderou uma escalada autoritária na Hungria e isolou o país da União Europeia. Em seguida, um papo sobre Política no Brasil com o jornalista José Casado.

Líder da ultradireita mundial, Orbán é derrotado após 16 anos de poder na Hungria

Foto: Attila Kisbenedek/AFP

Peter Magyar, ex-aliado de Orbán e futuro primeiro-ministro, promete fortalecer as instituições democráticas e melhorar as relações com os parceiros da União Europeia. Com o fracasso das negociações de paz, Trump ameaça bloquear totalmente o Estreito de Ormuz. Datafolha mostra empate de Lula com Flávio Bolsonaro, Caiado e Zema em cenários de segundo turno. Número de mulheres afastadas do trabalho por violência cresce 313% em 4 anos. Ícone da Bossa Nova, Johnny Alf deixou disco inédito gravado nos EUA em 2001. E o governo vai implementar ferramenta que identifica ligações fraudulentas via celular.

Líder da ultradireita mundial, Orbán é derrotado após 16 anos de poder na Hungria

Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Peter Magyar, ex-aliado de Orbán e futuro primeiro-ministro, promete fortalecer instituições democráticas e melhorar relação com União Europeia. Datafolha mostra empate de Lula com Flávio Bolsonaro, Caiado e Zema em cenários de segundo turno. Número de mulheres afastadas do trabalho por violência cresce 313% em 4 anos. E governo vai implementar ferramenta que identifica ligações fraudulentas via celular.

O erro na estrutura do Brasil

Neste novo episódio do Diálogos com a Inteligência, Christian Lynch recebe o cientista político Sérgio Abranches, autor do termo "presidencialismo de coalizão". No papo, Abranches explica por que os problemas estruturais do Brasil — desde o federalismo mal desenhado até a ascensão de governantes incidentais e a perpetuação das oligarquias — criam uma instabilidade crônica no sistema político e travam o desenvolvimento do país.

Vorcaro + Neymar: Mulheres que odeiam mulheres

O caso envolvendo Martha Graef escancarou mais uma vez o tribunal da internet e, nele, mulheres seguem sendo julgadas por outras mulheres. Antes de qualquer investigação, vieram os rótulos: cúmplice, interesseira, mentirosa. Enquanto isso, vazamentos de intimidade viram espetáculo e desviam o foco do que realmente importa. E, como se não bastasse, ainda tem quem diga que mulher que critica homem poderoso é só “mal-amada”. No fim, a régua é sempre a mesma e a conta sobra para todas nós.

Edição de Sábado: O ocaso de uma hegemonia

Analogias históricas para explicar o presente raramente são exatas e muitas vezes levam a conclusões, se não equivocadas, ao menos distorcidas pelo calor do momento. Mas com o frágil acordo de cessar-fogo na guerra liderada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, diplomatas, historiadores e aliados antigos de Washington estão cada vez mais tentados a chegar a uma conclusão desconfortável para o Ocidente: a de que este pode ser o “momento Suez” dos Estados Unidos. Assim como a crise de 1956 sinalizou o declínio terminal do poder global britânico, o conflito de duas semanas contra a República Islâmica deixou a credibilidade americana em frangalhos, a economia mundial duramente impactada, o dólar fragilizado e criou um vácuo de influência que Pequim parece ter preenchido com uma rapidez alarmante.