Pedido de dinheiro a Vorcaro abala campanha de Flávio
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Em gravações obtidas pelo Intercept Brasil, senador e pré-candidato chama ex-dono do Master de “irmão” e cobra ajuda financeira para filme sobre Jair Bolsonaro. Em nota, Flávio admitiu conversa e afirmou que era dinheiro privado, mas aliados reconhecem abalo na campanha e bolsonaristas já discutem candidatura de Michelle. Pesquisa Genial/Quaest mostra recuperação na aprovação de Lula. Anvisa simplifica prescrição de cannabis e autoriza cultivo para exportação. WhatsApp passa a permitir chats anônimos com Meta AI. E confira as estreias nos cinemas.
Uma voz contra o colonialismo

Muito se fala, com razão, da escravidão, mas houve um outro horror, bem mais recente, imposto pelos europeus à África: o colonialismo. Entre as décadas de 1880 e 1990, potências da Europa dividiram e exploraram o continentes africano, tratando seus habitantes, na melhor das hipóteses, como cidadãos de segunda classe. Não faltou quem resistisse, claro. E esse é o tema da principal estreia desta quinta-feira nos cinemas: Fanon, do cineasta martiniquês Jean-Claude Barny. O longa acompanha da trajetória do psiquiatra, filósofo e ativista Franz Fanon (1925-1961), também nascido na Martinica e considerado o pai do nacionalismo africano. Eu sua curta vida, Fanon, vivido no filme por Alexandre Bouyer, atuou como médico na Argélia e militou contra a dominação francesa no país, e seus livros se tornaram inspiração não apenas para os movimentos de descolonização, mas para discussões de identidade e cultura em todo o mundo.
Acabou, Flávio?

Eu não vejo como Flávio Bolsonaro se recupere dessa aí, não. Implorando por dinheiro para Daniel Vorcaro. A sensação é que estamos, hoje, perante um daqueles momentos que decidem o rumo de uma eleição.
Genial/Quaest: Lula reage com Desenrola e visita a Trump, mas segue empatado com Flávio

No Central Meio de hoje, Luiza Silvestrini e Flávia Tavares conversam sobre os resultados da pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira com o cientista político e professor da UFRJ Jorge Chaloub e com a economista e colunista do Meio Deborah Bizarria. O levantamento captou os efeitos da divulgação do programa Desenrola e da visita de Lula ao presidente americano Donald Trump. O resultado foi uma queda de três pontos percentuais na desaprovação do Governo, de 52% para 49%, enquanto a aprovação foi de 43% para 46%. A reação foi maior entre mulheres e entre os eleitores “independentes”, grupo que não se declara nem de esquerda nem de direita. Já em relação às intenções de voto, Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL) continuam empatados tecnicamente em um cenário de 2º turno, mas Lula voltou a ficar à frente numericamente, com 42% das intenções de voto. Flávio tem 41%.
O dilema do governo minoritário
O mês de abril terminou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sofrendo as duas mais sérias derrotas em seus três mandatos no Planalto. No dia 29, o plenário do Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias, homem de confiança do presidente, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) — algo que não acontecia desde 1894. No dia seguinte, o Congresso derrubou, por ampla maioria, o veto presidencial à Lei da Dosimetria, que reduziu as penas dos condenados por atos contra a democracia.
Kassio assume o TSE com defesa da urna eletrônica

Indicado ao STF no governo Bolsonaro, ministro vai presidir a Justiça Eleitoral na eleição de outubro e promete defesa da democracia. Impasse na Lei da Dosimetria foi o assunto nos bastidores da posse. Lula revoga “taxa da blusinha”, criada por seu próprio governo. Congresso aprova renovação automática da CNH para “bons motoristas”. Festival de Cannes começa com poucas estrelas e homenagem a Peter Jackson. E a União Europeia quer banir rolagem infinita e recursos viciantes das redes sociais.
Kassio assume TSE com defesa da urna eletrônica
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Indicado ao STF no governo Bolsonaro, ministro vai presidir Justiça Eleitoral na eleição de outubro e promete defesa da democracia. Lula revoga “taxa da blusinha”, criada por seu próprio governo. Congresso aprova renovação automática da CNH para “bons motoristas”. Festival de Cannes começa com poucas estrelas e homenagem a Peter Jackson. E a União Europeia quer banir rolagem infinita e recursos viciantes das redes sociais.
Zanin, a pedra no sapato da dosimetria
Nos bastidores da posse do ministro Kassio Nunes Marques na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e de André Mendonça na vice, o principal assunto nas rodas de conversa entre parlamentares e lideranças da oposição era a suspensão da dosimetria. Em off, interlocutores que dialogaram com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmaram que hoje há maioria na Corte para manter a lei, e que o próprio relator, Alexandre de Moraes, está articulando para sustentar esse entendimento. A avaliação é de que o ministro com maior resistência (e potencial para abrir divergência, votando contra e tentando influenciar outros colegas) seria Cristiano Zanin. Ainda assim, segundo essas fontes, "as conversas ainda estão acontecendo".
Kassio Nunes Marques no TSE: o árbitro do terceiro round

Kassio Nunes Marques toma posse como presidente do TSE e assume a responsabilidade pelas eleições 2026. Indicado por Jair Bolsonaro, mas com trânsito livre no governo Lula, o ministro terá seu maior teste: ele é o “martelinho de ouro” que vai pacificar Brasília ou o “10% de Bolsonaro no STF” que vai agir sob medida para o campo que o patrocinou no STF?
Neste episódio do Cá Entre Nós, Flávia Tavares analisa a trajetória de Kassio, desde a nomeação por Dilma Rousseff ao TRF-1 até os votos que beneficiaram o bolsonarismo. Entenda como a relação dele com Flávio Bolsonaro, Ciro Nogueira e seu perfil bonachão e conciliador podem influenciar o futuro da democracia brasileira.
Neste episódio do Cá Entre Nós, Flávia Tavares analisa a trajetória de Kassio, desde a nomeação por Dilma Rousseff ao TRF-1 até os votos que beneficiaram o bolsonarismo. Entenda como a relação dele com Flávio Bolsonaro, Ciro Nogueira e seu perfil bonachão e conciliador podem influenciar o futuro da democracia brasileira.
Uso de IA, polarização e ataques às urnas: os desafios de Nunes Marques no TSE

No Central Meio de hoje, Luiza Silvestrini, Flávia Tavares e Magno Karl, colunista do Meio e diretor-executivo do Livres, comentam os desafios e as expectativas sobre a gestão do ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), que assume hoje a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Entre os desafios, ainda estão os ataques persistentes e descabidos à urna eletrônica, além das ferramentas de inteligência artificial, que se tornaram melhores, mais populares e mais poderosas pra tudo, inclusive para disseminar desinformação.


