Escândalo do Banco Master pode derrubar Flávio Bolsonaro?

O “Não é Bem Assim” desta semana debate o impacto das revelações envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Dora Kramer, Marcelo Madureira, Márcio Fortes e Pedro Paulo Magalhães analisam os áudios divulgados, a suspeita de financiamento milionário de um filme sobre Jair Bolsonaro, os efeitos sobre a corrida presidencial de 2026 e o desgaste da direita brasileira.
Após vazamento de áudios em que pede dinheiro a Vorcaro, Flávio diz que segue candidato

O senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enviou logo cedo uma mensagem à CNN contando que o pai, Jair Bolsonaro, o orientou a “ficar firme” e disse que “Michelle não é uma opção”. A candidatura de Flávio sofreu um abalo significativo ontem, depois que vieram à tona, em uma reportagem do Intercept, os áudios em que o senador pede dinheiro a Daniel Vorcaro, o controlador do Banco Master, para financiar o filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. No Central Meio de hoje, Luiza Silvestrini, Flávia Tavares, Leonardo Pimentel e o colunista do Meio e CEO da agência Dharma, Creomar de Souza, analisam o cenário.
Quem educa a inteligência artificial?

No Pedro+Cora do dia 14 de maio de 2026, as jornalistas Cora Rónai e Luiza Silvestrini abrem um papo sobre como educar as inteligências artificiais e lidar com suas questões éticas. No papo, falam sobre a relação dos filmes de ficção científica com a IA, os impactos da tecnologia na eleição de 2026 e o que o futuro promete para o comportamento desses modelos de linguagem.
Pedido de dinheiro a Vorcaro abala campanha de Flávio

Em gravações obtidas pelo Intercept Brasil, o senador e pré-candidato chama o ex-dono do Master de “irmão” e cobra ajuda financeira para filme sobre Jair Bolsonaro. Em nota, Flávio admitiu a conversa e afirmou que era dinheiro privado, mas aliados reconhecem abalo na campanha e bolsonaristas já discutem a candidatura de Michelle. Pesquisa Genial/Quaest mostra recuperação na aprovação de Lula. Anvisa simplifica prescrição de cannabis e autoriza cultivo para exportação. WhatsApp passa a permitir chats anônimos com Meta AI. E confira as estreias nos cinemas.
Pedido de dinheiro a Vorcaro abala campanha de Flávio
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Em gravações obtidas pelo Intercept Brasil, senador e pré-candidato chama ex-dono do Master de “irmão” e cobra ajuda financeira para filme sobre Jair Bolsonaro. Em nota, Flávio admitiu conversa e afirmou que era dinheiro privado, mas aliados reconhecem abalo na campanha e bolsonaristas já discutem candidatura de Michelle. Pesquisa Genial/Quaest mostra recuperação na aprovação de Lula. Anvisa simplifica prescrição de cannabis e autoriza cultivo para exportação. WhatsApp passa a permitir chats anônimos com Meta AI. E confira as estreias nos cinemas.
Uma voz contra o colonialismo

Muito se fala, com razão, da escravidão, mas houve um outro horror, bem mais recente, imposto pelos europeus à África: o colonialismo. Entre as décadas de 1880 e 1990, potências da Europa dividiram e exploraram o continentes africano, tratando seus habitantes, na melhor das hipóteses, como cidadãos de segunda classe. Não faltou quem resistisse, claro. E esse é o tema da principal estreia desta quinta-feira nos cinemas: Fanon, do cineasta martiniquês Jean-Claude Barny. O longa acompanha da trajetória do psiquiatra, filósofo e ativista Franz Fanon (1925-1961), também nascido na Martinica e considerado o pai do nacionalismo africano. Eu sua curta vida, Fanon, vivido no filme por Alexandre Bouyer, atuou como médico na Argélia e militou contra a dominação francesa no país, e seus livros se tornaram inspiração não apenas para os movimentos de descolonização, mas para discussões de identidade e cultura em todo o mundo.
Acabou, Flávio?

Eu não vejo como Flávio Bolsonaro se recupere dessa aí, não. Implorando por dinheiro para Daniel Vorcaro. A sensação é que estamos, hoje, perante um daqueles momentos que decidem o rumo de uma eleição.
Genial/Quaest: Lula reage com Desenrola e visita a Trump, mas segue empatado com Flávio

No Central Meio de hoje, Luiza Silvestrini e Flávia Tavares conversam sobre os resultados da pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira com o cientista político e professor da UFRJ Jorge Chaloub e com a economista e colunista do Meio Deborah Bizarria. O levantamento captou os efeitos da divulgação do programa Desenrola e da visita de Lula ao presidente americano Donald Trump. O resultado foi uma queda de três pontos percentuais na desaprovação do Governo, de 52% para 49%, enquanto a aprovação foi de 43% para 46%. A reação foi maior entre mulheres e entre os eleitores “independentes”, grupo que não se declara nem de esquerda nem de direita. Já em relação às intenções de voto, Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL) continuam empatados tecnicamente em um cenário de 2º turno, mas Lula voltou a ficar à frente numericamente, com 42% das intenções de voto. Flávio tem 41%.
O dilema do governo minoritário
O mês de abril terminou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sofrendo as duas mais sérias derrotas em seus três mandatos no Planalto. No dia 29, o plenário do Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias, homem de confiança do presidente, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) — algo que não acontecia desde 1894. No dia seguinte, o Congresso derrubou, por ampla maioria, o veto presidencial à Lei da Dosimetria, que reduziu as penas dos condenados por atos contra a democracia.
Kassio assume o TSE com defesa da urna eletrônica

Indicado ao STF no governo Bolsonaro, ministro vai presidir a Justiça Eleitoral na eleição de outubro e promete defesa da democracia. Impasse na Lei da Dosimetria foi o assunto nos bastidores da posse. Lula revoga “taxa da blusinha”, criada por seu próprio governo. Congresso aprova renovação automática da CNH para “bons motoristas”. Festival de Cannes começa com poucas estrelas e homenagem a Peter Jackson. E a União Europeia quer banir rolagem infinita e recursos viciantes das redes sociais.


