O Meio utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar sua experiência. Ao navegar você concorda com tais termos. Saiba mais.

As notícias mais importantes do dia, de graça

Assine para ter acesso básico ao site e receber a News do Meio.

O PT, Messias e a dosimetria abrem caminho para a anistia a Bolsonaro

Como três movimentos em Brasília nesta semana — o manifesto do PT, a sabatina de Jorge Messias e a votação da dosimetria no Congresso — desenham um cenário de anistia aos envolvidos na trama golpista de 2022. Por que o governo recuou em pontos cruciais sobre a punição a crimes contra a democracia? Como a crise de popularidade do STF pode forçar ministros e políticos a um “acordão” de pacificação? Neste Cá entre Nós, Flávia Tavares analisa como podemos estar prestes a cometer o mesmo erro do passado, de anistiar quem atenta contra a democracia, e contratar um golpe no futuro.

Emendas e dosimetria em jogo pela aprovação de Messias para o STF

No Central Meio de hoje, Pedro Doria, Flávia Tavares e Luiza Silvestrini conversam com Magno Karl, colunista do Meio e diretor-executivo do Livres sobre a relação entre o PL da Dosimetria, as emendas parlamentares e a sabatina do advogado-geral da União Jorge Messias, indicado pelo presidente Lula a uma vaga no Supremo Tribunal Federal.

Faça o Claude trabalhar para você

No Pedro+Cora do dia 28 de abril de 2026, os jornalistas Pedro Doria e Cora Rónai falam as infinitas possibilidades de usar o Claude para trabalhar por você. No papo, falam sobre como ativar a extensão da IA dentro do seu browser para que ele controle e gerencie suas tarefas, a automatização de postagens e publicações nas redes sociais conectando perfis ao Claude e as melhores maneiras que os jornalistas usam a IA como ferramenta de trabalho e de uso pessoal.

Endividamento recorde faz governo liberar uso do FGTS no Desenrola 2

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Segundo dados do BC, 49,9% das famílias brasileiras enfrentam dívidas. Além do novo programa de negociação de débitos, governo quer limitar juros de empréstimos consignados. Desmatamento na Amazônia cai 17% no primeiro trimestre, diz Imazon. Filme A Fabulosa Máquina do Tempo, de Eliza Capai, é premiado em festival no México. Microsoft perde exclusividade sobre os produtos da OpenAI.

Endividamento recorde faz governo liberar uso do FGTS no Desenrola 2

Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Segundo dados do BC, 49,9% das famílias brasileiras enfrentam dívidas. Além do novo programa de negociação de débitos, governo quer limitar juros de empréstimos consignados. Desmatamento na Amazônia cai 17% no primeiro trimestre, diz Imazon. Filme “A Fabulosa Máquina do Tempo”, de Eliza Capai, é premiado em festival no México. E Microsoft perde exclusividade sobre produtos da OpenAI.

Essa Eleição Vai Ser um Inferno

O PT fez seu oitavo Congresso, este fim de semana, e tirou dali uma penca de conclusões. Uma é a de que deve restabelecer a aliança com o Centro político nesta eleição. Outra, isso foi o presidente do partido, Edinho Silva, quem disse: precisam ter humildade para falar com jovens evangélicos ou quem vive na economia dos apps. “O PT não pode ficar irritado com as periferias quando perdemos votos.” Frase do Edinho. “Quando a nova classe trabalhadora, os motoristas de aplicativo, se revoltam conosco, evidente que gera indignação, mas temos que ter humildade e perguntar onde estamos errando, se queremos representá-los.”

PT lança base da campanha de Lula; Zema cresce nas redes às custas do STF

No Central Meio de hoje, Pedro Doria, Flávia Tavares e o cientista político Christian Lynch conversam sobre o fim de semana na Política nacional: enquanto o PT lançou o documento que vai nortear a campanha de Lula à reeleição, adversários passaram a observar Romeu Zema como um candidato relevante na disputa presidencial. O mineiro cresceu nas redes após atrito com o ministro do STF Gilmar Mendes.

‘Não senti medo’, diz Trump sobre tentativa de atentado

Foto: Keita Ikeda / The Yomiuri Shimbun via AFP

“Eu não senti medo.” Assim o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descreveu sua reação à tentativa de atentado no tradicional jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, na noite de sábado. Em entrevista ao programa 60 Minutes, da rede de TV CBS (íntegra da transcrição), ele assumiu a responsabilidade pela aparente demora do serviço secreto em retirá-lo do salão no hoje Washington Hilton, dizendo que ficou curioso e queria ver o que estava acontecendo. Trump e outras autoridades do governo participavam do jantar com cerca de dois mil convidados quando um homem, identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, tentou sem sucesso entrar no local com uma pistola e uma espingarda, trocou tiros com agentes de segurança na antessala, mas acabou dominado e preso. O presidente disse à CBS que quer remarcar o jantar com os jornalistas, para que “um louco” [o atirador] não se sinta bem-sucedido. A entrevista, porém, teve um final tenso, quando a jornalista Norah O'Donnell leu trechos de mensagens de Allen que, sem citar nominalmente Trump, dizia que o país era governador por um “traidor”, “estuprador” e “pedófilo”. “Nunca estuprei ninguém e não sou pedófilo”, respondeu irritado, chamando a entrevistadora de “uma vergonha”. (New York Times e CBS)

‘Não senti medo’, diz Trump sobre tentativa de atentado

Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Homem armado tentou invadir jantar do presidente e outras autoridades com jornalistas, trocou tiros com agentes de segurança e acabou preso. Congresso do PT termina com manifesto defendendo autocorreção do Judiciário e criticando execução de emendas parlamentares. Relatório aponta que poluição do ar aumenta risco de morte por câncer. E filme sobre Michael Jackson bate recorde de bilheteria entre cinebiografias.

Escala 6×1 e IA: o fim do seu emprego?

O Brasil trabalha muito, ganha pouco e produz mal. Enquanto o debate sobre o fim da escala 6x1 ganha as ruas, uma força silenciosa acelera nos escritórios: a Inteligência Artificial. Será que a tecnologia é a chave para reduzir a jornada sem quebrar a economia, ou ela vai extinguir postos de trabalho?