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Senado barra indicação de Lula ao STF e impõe derrota histórica

O jogo político em Brasília virou, e virou feio. No Não é bem assim, Dora Kramer, Marcelo Madureira, Márcio Fortes e Pedro Paulo Magalhães analisam a derrota do governo Lula no Senado, que barrou a indicação de Jorge Messias ao STF, algo que não acontecia há mais de um século. Mais do que uma derrota, o episódio levanta dúvidas sobre quem está dando as cartas hoje: o Senado, o governo ou o próprio Supremo?

Do prompt ao enviar: as habilidades de criação da IA

E se você pudesse delegar não apenas a tarefa, mas a decisão? No episódio de hoje do Pedro + Cora, Pedro Doria e Cora Rónai exploram as possibilidades de uso da inteligência artificial, desde de gerar imagens ou montar apresentações, até otimizar nosso tempo de trabalho e agir por nós nas mais diferentes áreas.

Senado humilha Lula e rejeita Messias no STF

No Central Meio de hoje, Pedro Doria e Flávia Tavares conversam com o colunista do Meio Creomar de Souza, analista político e CEO da agência Dharma, e com o professor de Direito da FGV Álvaro Jorge, sobre a derrota imposta no Senado a Lula pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre, ao rejeitar o indicado do Planalto ao STF pela primeira vez desde 1894.

Senado humilha Lula e rejeita Messias no STF

Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

Sob o comando de Davi Alcolumbre, senadores rejeitaram uma indicação do presidente ao Supremo pela primeira vez em 132 anos. Planalto deu sinais de que não tentará apresentar outro nome antes das eleições de outubro. Brasil impulsiona queda de 36% em perdas de florestas no mundo em 2025. União Europeia formaliza acusação contra Meta por negligência com menores. E confira as estreias desta quinta-feira nos cinemas.

Senado humilha Lula e rejeita Messias no STF

Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Sob comando de Davi Alcolumbre, senadores rejeitaram uma indicação do presidente ao Supremo pela primeira vez em 132 anos. Brasil impulsiona queda de 36% em perdas de florestas no mundo em 2025. União Europeia formaliza acusação contra Meta por negligência com menores. E Shakira chega ao Rio para megashow na Praia de Copacabana.

Luxo, glamour e muitas emoções nas telas do cinema

Quando pensamos em filmes sobre a indústria da moda, logo vem à cabeça o clássico O Diabo Veste Prada, que deu à Anne Hathaway o status de estrela de Hollywood, além do papel icônico de Meryl Streep interpretando a tirana Miranda Priestly. Vinte anos depois, o longa dirigido por David Frankel volta aos cinemas neste final de semana atualizado com as novas preocupações, tanto da moda quanto das mídias. Em O Diabo Veste Prada 2, Miranda, a editora-chefe da Runway — agora mais site do que revista —, tenta superar várias crises, incluindo questões financeiras e de conteúdo. Para isso, traz de volta ao jogo Andy Sachs (Hathaway), agora mais experiente como jornalista, para tentar revitalizar a credibilidade da companhia. Os fãs também vão poder aproveitar uma nova rodada da trama com o retorno de Emily Blunt como Emily Charlton, que agora é uma executiva de alto escalão numa marca de luxo, e Stanley Tucci revivendo Nigel.

Lula errou o cálculo. Feio.

Foi uma derrota histórica, inédita, para um presidente da República. 41 votos contra Jorge Messias, 34 a favor. Para vocês entenderem a magreza do que é isso, a surra que é isso, segura aqui: o governo tem, firme, entre 22 e 25 senadores. Isso aí é PT, PSB, PDT, PCdoB, Rede, Cidadania, e ainda Renan Calheiros, Eduardo Braga, esses que são pró-Lula em qualquer briga. O bolsonarismo puro sangue é um tico menor, 20 a 22. PL, Novo mais a turma dedicada noutros partidos de direita. E aí sobra uma faixa de 34 a 38 senadores que são de direita mas são o Centrão. Ou seja, maleáveis. Esse pessoal pulou fora. O governo só levou um terço do pacote Centrão.

Senado sabatina Jorge Messias, indicado de Lula ao STF

No Central Meio de hoje, Luiza Silvestrini e Flávia Tavares recebem a jornalista do ICL Notícias Juliana Dal Piva e a economista e colunista do Meio, Deborah Bizarria, para uma conversa sobre a sabatina do advogado-geral da União Jorge Messias no Senado. Ele é o indicado do presidente Lula à vaga deixada por Luiz Roberto Barroso no STF no ano passado. O discurso de apresentação de Messias teve tom apaziguador e destacou sua religiosidade: “ser evangélico é uma bênção, não um ativo”.

As mulheres e o papel das mediações na eleição

Quando se fala sobre o papel das mulheres nas eleições, o ponto de partida costuma ser a representação: quantas são candidatas, quantas são eleitas, quantas ocupam posições de liderança dentro dos partidos. A pergunta é relevante e continua sendo um indicador importante da qualidade democrática brasileira. A representatividade é, sim, fundamental e o exercício do poder real uma vez presentes nesses espaços, idem. Mas, isoladamente, ela não dá conta de explicar o funcionamento das disputas políticas no Brasil contemporâneo, nem ajuda a compreender por que, mesmo com avanços pontuais, persiste uma sensação generalizada de distanciamento entre a política e a sociedade.

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